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Tuesday, 07/08/2012
by Fernando Flack

Caetano 70

Sempre que ouvimos falar em “vanguarda” e na conexão desta palavra com a cultura contemporânea brasileira, não há como não ligá-la a Caetano Veloso. Expoente maior do movimento Tropicalista, ao lado de Gilberto Gil, Gal Costa e Tom Zé – com Bethânia correndo por fora – Caetano completa 70 anos de idade e deixa evidente que ainda tem uma forte relevância e influência na nossa cultura, e que ainda hoje inspira muitos vanguardistas, jovens ou velhos.

Esta afirmação pode ser controversa, mas não há nada em Caetano Veloso que não seja. Desde que seu amigo de infância Sielington o chamou para ouvir uma música estranha chamada “Desafinado”, achando que só alguém como ele poderia gostar daquilo; passando pelas polêmicas geradas pelo Tropicalismo na década de 1960, o visual chocante em festivais, o uso de guitarras elétricas e acusações de “americanização” da música brasileira; seguindo pelo comportamento andrógino, que sempre gerou uma rejeição homofóbica por todas as gerações que acompanharam a sua trajetória – e que ainda hoje ecoa como eixo de sua rejeição; e chegando às opiniões polêmicas sobre política, comportamento, arte, dentre muitos outros assuntos; o compositor baiano sempre esteve no foco de críticas, para a alegria de fãs, detratores e do próprio.

Mas com 45 anos de uma vasta discografia nas costas, inúmeros hits e clássicos, trabalhos como produtor, diretor de cinema, escritor e artista plástico; Caetano Veloso é peça fundamental para a compreensão da música e da cultura brasileiras. Gil já afirmou que, ao lado de Caymmi e João Gilberto, Caetano é um criador que consolida a mais grandiosa contribuição da música baiana à modernidade. E como a Bahia é o embrião do que se passou a chamar de Brasil, não há como excluí-lo de nossa enciclopédia cultural.

Caetano tem em seu vasto repertório como compositor uma variedade temática respeitável. Uma de suas principais características é estar em diálogo constante com o mundo através de suas canções, seja com intervenções analíticas, homenagens a personagens e episódios da cultura pop à erudita brasileiras ou universais; ou pelo apreço apaixonado pela palavra, pela língua e por suas formas; além do seu vasto conhecimento e opinião sobre inúmeros temas, os quais o próprio afirma não serem profundos, pois acha que não seja profundo em nada.

Sem dúvida alguma, é uma das figuras do universo pop brasileiro que melhor interpreta a cultura nacional com suas canções e opiniões polêmicas, ou não, atraindo afetos e desafetos ao longo de sua trajetória, mas nunca se isentando de opinar. É um dos caras que melhor entende, e nos faz entender, o papel periférico que a cultura brasileira exerce no mundo, mas que não perde a sua vocação para a grandiosidade.

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Fernando Flack é músico e compositor. É apaixonado por artes em geral, mas ama a música acima de tudo. É redator do jornal Redentor do Festival de Cinema do Rio e escreve regularmente para a coluna musical do Todo Rio. 

Hashtags: #dicasculturais
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Tue, 21/05/2013 - Carioca
World Press Photo 2013 - by Marina Cunha

São 154 registros de 54 fotógrafos vindos de 32 países. O maior concurso mundial de fotografia jornalística traz para o Rio diversos temas de 2012, como política, economia, esportes, cultura e natureza, retratados em imagens surpreendentes. O World Press Photo acontece entre os dias 21 de maio e 23 de junho na Caixa Cultural.

A vencedora deste ano foi a foto feita pelo sueco Paul Hansen que emociona ao mostrar duas crianças palestinas mortas, vítimas de um míssil israelita, sendo carregadas por adultos de olhar já sem esperança. Na categoria "Notícias em Geral", destaque para a imagem do fotógrafo argentino Rodrigo Abd, que mostra uma mulher chorando em luto pelo marido e filhos mortos após um bombardeio na Síria. E, na categoria "Notícias em Destaque", a foto de Emin Özmen, da Turquia, captura a tortura de informantes presos pelo governo sírio.

O Brasil também está participando. Estamos sendo representados pelo fotógrafo carioca Felipe Dana e pelo belga Frederick Buyckx, ambos premiados com Menção Honrosa.

“A mostra traz à tona questões sociais e políticas importantes. Esse ano, o Brasil é retratado em dois momentos. Em um ensaio, o fotógrafo belga mostra o cotidiano de famílias depois da criação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em favelas do Rio. Em outro, o repórter fotográfico carioca tem a difícil e heroica missão de transmitir, em imagem, a dor e o desamparo de uma jovem viciada em crack,” explica a produtora Flávia Moretti.

 

Sobre o prêmio:

A World Press Photo foi fundada em 1955, em Amsterdã, e é uma organização independente sem fins lucrativos. É conhecida por realizar anualmente a maior e mais prestigiada seleção de fotojornalismo do mundo. As imagens dos vencedores são reunidas em uma exposição itinerante que percorre 100 cidades em 45 países.

 

Serviço

World Press Photo 2013
Local: Caixa Cultural Rio Janeiro | Av. Almirante Barroso, 25
Telefone: (21) 3980.3815
Período: de 21 de maio a 23 de junho de 2013
Horários: de terça a domingo | 10h às 21h
Para maiores informações e agendamento de grupos: 2544-4080 ou e-mail

 
Tue, 21/05/2013 - Benfica
Pintura de paladar - by Pedro Landim

O pintor tem alguns bichos de estimação: bacalhau, cordeiro, coelho e pato. E uma base para a vida no mercado: vinho e ervas. Diz que sua cozinha é de colono, boa definição. Penso em terra e lenha queimando. Comida, cultura e festa. Brasil, Itália e Portugal.

Vide a punheta de bacalhau, entrada para o peixe viajante que abandona o berço lusitano e parte atrás de saliva, acidez e personalidade. É feita com lascas do lombo do bacalhau ‘assustadas’ na frigideira, e leva tomates-cereja, cebola roxa, coleção de ervas frescas e limão siciliano.

Marcelo Barcellos combina cores em panelas e telas. Do cardápio à parede, o Barsa tem novidades como as pinturas de um chef cheio de ideias e movimento.

Provando as bruschettas de bacalhau, que mantêm a base de tomate-cereja, mozarela de búfala e manjericão, com o refogado do peixe por cima, aprovei também ideias ventiladas, como exposições de arte nos corredores do Cadeg, e outros eventos culturais sobre a gastronomia do (cada vez mais) Mercado Municipal do Rio.

Das panelas, vem aí mais um campeão de audiência: o angu mineiro que vigia a galinha ao molho pardo vai pintar em novas praias, recebendo por cima ragus de cordeiro, pato ou coelho.

Aproveitando ícones como a paleta, o arroz de pato com liguiça portuguesa e o bourguignon de coelhinho que é de sair pulando atrás, cozido no vinho com bacon magro, pequenas cebolas, cogumelos e pefume de várias ervas. Vem na panela de pedra sabão em três tamanhos.

Pescoço no Porto

Se o Bacalhau Rei são postas do ‘gadus mohua’ com batata de casquinha crocante, couve e cebola cozidos na água do peixe, ovos cozidos, alcaparras, azeitonas pretas e alho frito, o lombo do bacalhau será em breve servido ‘avulso’, apenas com pão e vinho para o petisco, fechando a lente nas delícias do mercado.

E onde mais podemos comer um ‘ossobuco’ feito com o pescoço do cordeiro, com colherzinha e tudo para descobrir o interior? A carne desfia no vinho do Porto, com mix de cogumelos, arroz de castanha e o contraste da banana assada no vinho branco.

Nos finalmentes, o café leva toque de farinha de amêndoa torrada no pó, servido com pau de canela para mexer. Com doces caseiros na sobremesa: banana, mamão verde, abóbora e leite.

As taças de vinho são garrafas de 175ml abertas na mesa, e a rolha é de honestos R$ 20, incentivando o garimpo nas lojas do Cadeg. Algumas delas já abertas no domingo, inaugurado pelo Barsa com a roda de chorinho que compõe um dos melhores programas da cidade.

Às vezes, números impressionam. A casa do Marcelo serve, por baixo, meia tonelada de bacalhau por mês. E utiliza 600 litros de azeite extra virgem na cozinha. Seja qual for o resultado da equação, é papo de sabor elevado ao cubo.

No Barsa, a Punheta de bacalhau sai a R$ 48 e R$ 28 (meia porção que dá para duas pessoas de entrada). Bruschettas de bacalhau a R$ 9 (unidade). Bacalhau Rei a R$ 132 (comem três pessoas). Paleta de cordeiro ao vinho, ervas, cebola roxa e batatas, com arroz de cereais a R$ 98 a versão pequena (para duas pessoas).

 

Barsa
Endereço: Rua Capitão Félix 110, Rua 4 - Benfica
Telefone: 2585-3743
Saiba Mais


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Carioca, jornalista e militante nas áreas de cultura e gastronomia, Pedro Landim está sempre falando de comida.

Repórter do jornal O Dia, autor do blog Boca no Mundo e cozinheiro de fim de semana, atua como jurado em prêmios como o Comer & Beber, da Veja Rio, e o concurso Comida di Buteco. 

 
Mon, 20/05/2013 - Lapa
Cat Power encontrou o Rio - by Fernando Flack

A eterna musa indie norte-americana Charlyn Marie Marshall, ou simplesmente Cat Power, voltou aos palcos do Circo Voador no último sábado e enlouqueceu a plateia em muitos sentidos.

Dona de um estilo único ao vivo, Chan Marshall traz em sua carreira 9 álbuns e alguns singles marcantes desde a era indie dos anos 90, passando pela sua fase mais cool, iniciada a partir de “The Greatest” (2006) e interrompida agora com “Sun”(2012), dois de seus trabalhos mais acessíveis.

Ressaltar seus antigos problemas com álcool e depressão talvez seja essencial para entender melhor suas músicas, mas há muito mais a se prestar atenção nela.

Uma das características mais marcantes (senão a) de Cat Power é recriar no palco, com novos arranjos e novas melodias, tanto as suas músicas quanto as dos famosos compositores e artistas congratulados com as suas versões.

No show de divulgação de “Sun”, seu álbum mais recente, no Circo Voador, não foi diferente. Cat Power cantou novas versões de algumas de suas músicas consagradas como “King Rides By” e “I Don´t Blame You” acompanhada de sua nova, e bem feminina, banda - que não deixa nada a desejar diante da anterior, a excelente The Dirty Delta Blues.

Com Adeline Fargier Jasso na Guitarra (cujo visual remete à Chan de “The Greatest”), Alianna Kalaba na bateria, Nico Turner na percussão e a participação masculina de Gregg Foreman (remanescente do The Dirty Delta) nos teclados e na guitarra, Chan Marshall focou seu repertório em músicas de seus últimos 3 discos, com as exceções da quase clássica “Sea of Love”, com um já esperado novo arranjo, e de ”King Rides By”.

Com a ajuda das bases eletrônicas criadas para o álbum “Sun” - tocadas ao vivo por Foreman - e dos vocais precisos de Adeline, Cat Power pôde cantar as melodias de seu último álbum com sua originalidade peculiar, sem fugir muito dos arranjos originais. Ponto para ela, que incendiou a plateia do Circo dos riffs iniciais aos refrões de “Cherokee” e “Ruin”, hits nas noites cariocas.

A presença de palco de Cat Power, com seu misto de timidez e interação, também ajudou a conquistar o público. Uma parte da plateia chegou a fazer uma fila em frente ao microfone da cantora, em plena execução de “I Don´t Blame You”, para pegar os autógrafos que ela distribuía simpaticamente, e isqueiros e celulares iluminaram o longo momento com luzes apagadas de “Angelitos”.

Ao final do show, como de costume, Chan Marshall fez questão de nos dar a impressão de que não quer nos abandonar, sendo sempre a última a sair do palco, com inúmeras saudações e agradecimentos ao público, e várias ameaças de voltar ao microfone. É sempre uma graça e encantador presenciar o carisma e o talento de Cat Power ao vivo.


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Fernando Flack é músico e compositor. É apaixonado por artes em geral, mas ama a música acima de tudo. É redator do jornal Redentor do Festival de Cinema do Rio e escreve regularmente para a coluna musical do Todo Rio. 

 
Mon, 20/05/2013
Rio Restaurant Week 2013 - by Marina Cunha

A partir de hoje, dia 20 de maio, os cariocas poderão se empanturrar mais por menos. É a 8ª edição do Rio Restaurant Week, que traz, até dia 02 de junho, criações de alguns dos melhores restaurantes com preços promocionais.

Serão 60 participantes e os pratos, que incluindo entrada, prato principal e sobremesa, custam R$ 34,90 (almoço) e R$ 47,90 (jantar). Os restaurantes vão oferecer duas opções de cada item para que o cliente escolha o de sua preferência. Bebidas, couvert e serviço não estão inclusos no valor.

Os restaurantes participantes sugerem aos clientes uma contribuição de R$ 1 a cada refeição. Ao final, o valor arrecadado será destinado ao Instituto Ayrton Senna.

 

Participantes

00 Café Bistrô
Endereço: Rua Barão da Torre , 398, Loja A


00 Cozinha Contemporânea
Endereço: Av. Padre Leonel Franca, 240 - Gávea

Academia da Cachaça
Endereço: Av. Armando Lombardi, 800 - Barra da Tijuca


Alessandro e Frederico
Endereço: Rua Redentor, 175 (esquina com Rua Garcia d'Ávila) - Ipanema


Arab
Endereço: Av. Atlântica, 1936 | Loja A - Copacabana


Bar d'Hotel
Endereço: Av. Delfim Moreira , 696 | Marina All Suites - Leblon


Barracuda
Endereço: Parque Marina da Gloria, s/n - Glória

 

Barzin
Endereço: Rua Vinícius de Moraes, 75


Branche
Endereço: Av. Atlântica, 2554 | Tulip Inn Copacabana

 

Brasserie Ameno
Endereço: Rua Pedro Américo , 277 (Casarão Ameno Resedá)

 

Brigites
Endereço: Rua Dias Ferreira, 247, Loja A  

 

Café do Alto
Endereço: Rua Pachoal Carlos Magno, 143 - Santa Teresa

 

Carambola Cozinha e Café
Endereço: Rua Visconde de Pirajá, 303 | Loja 109 - Ipanema


Charleston Bubble Lounge
Endereço: Rua Rodolfo Dantas, 26, Loja B - Copacabana

 

Cozzi Ristorante
Endereço: Estrada de Jacarepaguá, 6508, Lojas A e B | Anil

 

Dee Vine
Endereço: Av. das Américas, 3255 | Shopping Barra Garden - Barra da Tijuca


Espírito Santa
Endereço: Rua Almirante Alexandrino, 264 - Santa Teresa


Felice Caffé
Endereço: R. Gomes Carneiro, 30 - Ipanema

 

Fennel Restaurante
Endereço:  Av. Atlântica, 2064 | Hotel Copacabana


Filet & Folhas UP
Endereço: Rua da Candelária, 81 - Centro


Garcia & Rodrigues
Endereço: Av. das Américas, 466 - Barra Shopping

 

Garden Restaurante
Endereço: R. Visconde de Pirajá, 631 | Loja B - Ipanema

 

Geisha Hi-Tech
Endereço: Rua General Severiano, 97, Loja 125  - Botafogo


Grand Cru
Endereço: Rua Vinicius de Moraes , 130 - Ipanema


Gutessen Culinária Judaica
Endereço: Rua Vinicius de Caravelas, 148 - Humaitá

 

Hollandaise
Endereço: Av. Lúcio Costa, 5750

 

Kaiten Restaurante
Endereço: Rua do Ouvidor, 77 - Centro


La Cigale
Endereço: R. Aristides Esppínola, 88 | Loja A/C - Leblon


La Finestra
Endereço: Av. Atlântica, 1500 | Hotel Porto Bay - Copacabana (Porto Bay Rio Internacional)


Le Vin Bistrô
Endereço: Av. das Américas, 4666 | Barra Shopping

 

Mais Que Nada
Endereço: Rua Xavier da Silveira, 34- Othon Palace - Copacanaba

 

Manekineko (5 lojas)

1. Rua Barão da Torre, 472 - Ipanema
2. Av. Ayrton Senna, 2150 | Casa Shopping - Barra da Tijuca
3. Rua da Quitanda, 86 - Centro
4. Rua Voluntários da Pátria , 446 - Humaitá
5. Rua Dias Ferreira, 410 - Leblon


Margutta Ipanema Restaurante
Endereço: Av. Henrique Dumont, 62 - Ipanema

 

Marinado Mar Palace
Endereço: Av. Nossa Senhora de Copacabana, 552 | Mar Palace Copacabana Hotel


Mekong
Endereço: Rua General Urquiza, 188 | Loja A - Leblon


Mensateria
Endereço: Av Américas, 1155 | Barra Space Center - Barra da Tijuca


Nam Thai
Endereço: Rua Rainha Guilhermina, 95 | Lojas A e B - Leblon


Nik Sushi
Endereço: Rua Garcia D Ávila, 83 | Lojas A e B - Ipanema


Nomangue
Endereço: Rua Sá Ferreira, 25 - Copacabana


Opium
Endereço: Rua Farme de Amoedo, 34 - Ipanema


Oui Oui
Endereço: Rua Conde de Irajá, 85 - Botafogo

 

Pappa Jack
Endereço: Av. das Américas, 3500 (Condomínio Le Monde) - Barra da Tijuca


Prima Bruschetteria
Endereço: Estrada da Gávea, 899 | Shopping Fashion Mall - São Conrado


Q Gastrobar
Endereço: Rua Dias Ferreira, 617 | Lojas A e B - Leblon

 

Quadrifoglio
Endereço: Av. Borges de Medeiros, 1424 - Lagoa
Endereço: Av. das Américas , 3900 - Barra da Tijuca


Rancho Inn
Endereço: Rua do Rosário, 74 - Centro


Real Astoria
Endereço: Av. Repórter Nestor Moreira, 11 - Botafogo


Restô
Endereço: Rua Joana Angélica, 184 - Ipanema

 

Rústico
Endereço: Rua Paschoal Carlos Magno , 121 - Santa Teresa

 

Santè
Endereço: Rua Hermenegildo de Barros, 193 - Santa Teresa

 

Sawasdee
Endereço: Estrada da Gávea, 988 | Loja 101 A - São Conrado


Si Senor
Endereço: Rua General San Martin, 1011 - Leblon 


Skylab
Endereço: Av. Atlântica, 3264 | Rio Othon Palace Hotel - Copacabana


Uno
Endereço: Rua Marques de São Vicente, 52 | Shopping da Gávea


Via Sete
Endereço: Av. Ataulfo de Paiva, 1240 | Loja B - Leblon


Vizta
Endereço: Av. Delfim Moreira, 630 | Hotel Marina Palace - Leblon


Yalla
Endereço: Rua Dias Ferreira, 45 | Loja A - Leblon


Zot
Endereço: Av. Pasteur, 520 | Urca Praia Vermelha


Zuka Barra
Endereço: Av. das Américas, 4666 | Loja 147 - Barra da Tijuca
 
Mon, 20/05/2013
O Gene do Grafite - by Conexão Cultural
A série Brasil Criativo apresenta hoje o artista Diógenes Borges, o Gene do Grafite, que vem exercendo seu trabalho de grafiteiro desde 1996. Hoje desenvolve em seu repertório bidimensional, uma representação que engloba elementos do HQ, com manifestos e questões sociais. Atualmente está trabalhando no projeto Arte no Muro, desenvolvendo aulas de grafite e introdução ao desenho para diversas comunidades!

CC: Quando vc começou a criar? E porque Arte de rua? 
 
“ Começei a criar e realizar minhas primeiras experimentações em 1997, já com a escolha do Gene como meu codinome, embora eu desenhasse desde guri, em 97 que começou a onda de graffiti pelo estado.?Na época tinham dois grafiteiros aqui no Rio que já faziam este trabalho o que até então era uma novidade. Dai, foi neste caminho que escolhi caminhar.?Na real o graffiti que me escolheu, foi paixão a primeira vista, é uma pergunta de difícil resposta. Afinal, não tenho palavras para expressar isto, mas não tenho dúvidas de que foi o melhor meio que escolhi para expressar o que sinto, independente da interpretação do expectador, até porque arte tem disto, ela tem que causar questionamentos no expectador, sejam eles favoráveis ou não.”

CC: Quais são suas fontes de inspiração? 
 
" Minha inspiração foi sendo construída e alterada com o passar dos tempos. Devo um pouco disto a formação superior em artes, que ajudou e muito  a expandir minha visão para outras vertentes, fazendo com que o meu repertório de certa forma crescesse. Isto é algo que sempre venho tentando buscar com meus alunos virtuais que acompanham meu canal no youtube, a importância de estudar justamente para evoluir sempre.? De um modo geral, os quadrinhos, o neoclassicismo, o expressionismo, são boas referências.? Grafiteiros  como Os gemeos, Onesto, Insane, foram os primeiros contatos visuais que tive que vieram de outro estado e que me ajudaram a firmar esta decisão de querer ser o que sou.”

CC: Como a arte pode melhorar/tocar de alguma forma a vida de alguem?
 
“Excelente pergunta, acredito que a arte pode ajudar a construir nao só artistas, mas  cidadãos de bem.? Há pouco tempo construímos o canal no youtube, para reforçar as outras mídias que possuo, como o blog e o Face, com o objetivo de multiplicar esta idéia, ou seja, o graffiti.?Dai, por mais que nem todos que passem pelo canal venham a se dedicar e resolvam se tornar grafiteiros, ainda assim, acredito  que eles se tornarão jovens que entenderão a proposta de ser grafiteiro, serão multiplicadores da idéia, e saberão distinguir e defender o graffiti como arte."

Contatos Gene do Grafite – Cel.: 021.9897.3519 – e-mail: genedografite@gmail.com
 
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O Conexão Cultural é uma organização que promove acesso e conteúdo na área cultural, por meio da integração entre as mais diversas formas de arte - O intuito é integrar cultura no dia a dia das pessoas, e aproximá-las da cultura brasileira e mundial, dos espaços culturais e espaços públicos, oferecendo novas dinâmicas de sociabilização, valorizando a troca de experiências, estimulando a curiosidade e a criatividade das pessoas.

 
Fri, 17/05/2013
Roteiro de Fim de Semana: Comida, Diversão e Arte - by Marina Cunha

Seguindo a filosofia da música 'Comida', dos Titãs, este final de semana vai ser para matar não só a fome de música e festas, mas também a de comida, diversão e arte. Nosso roteiro traz opções de eventos que não são feitos só de música. Tem churrasquinho na Laje, bebidas típicas dos Balcãs, concurso de fantasia, antiguidades e muito mais.

Sexta, 17 de maio

 

Sábado, 18 de maio

 

Domingo, 19 de maio

 
Fri, 17/05/2013 - Campo Grande
Teatro: O Conto da Ilha Desconhecida - by Joana Medina
O espetáculo "O Conto da Ilha Desconhecida", com os alunos da Escola Livre de Teatro, de Campo Grande, e baseado na obra de José Saramago, será apresentado nos dias 18 e 19 de maio, às 19h, no Teatro Arthur Azevedo, com entrada gratuita.

O conto narra a história de personagens que não possuem nomes e são identificados por sua posição social, abrindo um leque para as discussões sobre as desigualdades sociais.

 

SOBRE ESCOLA LIVRE DE TEATRO

A Escola Livre de Teatro vem desenvolvendo um trabalho de formação em teatro destinado a jovens artistas da Zona Oeste, visando consolidar a cena artística da região a partir do fomento à produção teatral e à formação de plateias. O projeto teve início em 2007 na Cidade das Crianças, bairro de Santa Cruz, e desde então circula por espaços públicos oferecendo atividades de formação gratuitas, sempre associadas à construção de uma programação aberta aos moradores.

Desde 2010, a Escola Livre de Teatro ocupa o teatro Arthur Azevedo, em Campo Grande. Além das oficinas gratuitas de interpretação, para crianças e adultos, em 2012 também passou a oferecer curso de fotografia.

 

FICHA TÉCNICA

Coordenação de Produção: Valquíria Oliveira
Direção Artística: Alexandre Damascena
Produção Executiva: Pablo Ramoz
Figurino: Ricardo Rocha
Cenário: Marcos Ferreira
Iluminação Cênica: Alex Nanin
Fotografia: Mônica Parreira
Assistente de Produção: Danilo Tenório
Elenco formado pelos alunos da Oficina de Teatro (em ordem alfabética):
Danilo Tenório, Djanine Braga, Gabriella Hipólito, Giovanna Carlota, Júlia Hipólito, Lucas Gomes, Gzus Lima, Marianna Mendes da Costa, Pablo Bonatho, Tony Félix e Wallace de Sousa Santiago

 

SERVIÇO:

"O Conto da Ilha Desconhecida", baseada na obra de José Saramago.
Curta temporada: 18 e 19 de maio de 2013
Entrada gratuita
Horário: 19 horas
Endereço: Rua Vitor Alves, nº 154, Campo Grande - Rio de Janeiro
Telefone: 2232-7516

  

** texto enviado pela assessoria de imprensa **

 
Thu, 16/05/2013 - Gávea
O cinema cai no samba no IMC - by Joana Medina
O Instituto Moreira Salles apresenta “O cinema cai no samba”, ciclo de documentários musicais sobre o ritmo e seus bambas. Entre os dias 16 e 23 de maio, nove filmes com a temática serão exibidos. Entre a seleção estão os adoráveis "Paulinho da Viola, meu tempo é hoje” e “Elza”, de Izabel Jaguaribe e “Palavra (en)cantada”, de Helena Solberg e David Mayer.

Confira a programação:

QUINTA | 16 de maio

20h | Partido alto 
de Leon Hirszman (Brasil, 1976. 22’)

Documentário filmado em 1976 e finalizado seis anos depois, com narração de Paulinho da Viola e a participação de Candeia, Casquinha, Wilson Moreira, Tantinho, Osmar do Cavaco, Joãozinho da Pecadora, Manaceia, Argemiro, Francisco Santana e Alberto Lonato.

20h30 | Partideiros
de Luiz Guimarães de Castro (Brasil, 2012. 75’)

 

SEXTA | 17 de maio

14h | Onde a coruja dorme
de Simplício Neto e Márcia Derraik (Brasil, 20010. 72’)

Grande intérprete do cotidiano dos morros cariocas, para os seus sambas, em geral reportagens irônicas do cotidiano das favelas, Bezerra da Silva tinha como parceiros trabalhadores comuns, pedreiros, carteiros, motoristas e trocadores de ônibus, biscateiros em geral, sambistas dos morros cariocas.

15h30 | As batidas do samba
de Bebeto Abrantes (Brasil, 2010. 82’)

Uma reflexão sobre a evolução da batida do samba carioca, desde o início do século 20. Conversas com Monarco, Wilson das Neves, Nilo Sérgio, Moacyr Luz, Marçalzinho, Paulão 7 Cordas e o Grupo Fundo de Quintal especialmente dirigidas a quem tem interesse na evolução rítmica do samba.

 

SÁBADO | 18 de maio

15h40 | Nelson Cavaquinho
de Leon Hirszman (Brasil, 1969. 17’)

Essa conversa solta e informal com o compositor da Mangueira, segundo o diretor (em entrevista para Alex Viany) é “um filme improvisado, um teste para minha segurança. Improvisação não é uma fórmula para sentir-se mais seguro. Você está inseguro e se solta, para ver como está – e então aparece a resposta”.

15h40 | Samba
de Theresa Jessouron (Brasil, 2001. 54’)

O samba e sua relação com o cotidiano dos moradores do morro. Os passistas da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.

20h | Partido alto
de Leon Hirszman (Brasil, 1976. 22’)

20h30 | Partideiros
de Luiz Guimarães de Castro (Brasil, 2012. 75’)

 

DOMINGO | 19 de maio

15h40 | Elza
de Izabel Jaguaribe (Brasil, 2011. 85’)

Elza Soares é a ponte entre o samba de morro e o do asfalto, as raízes e as antenas. Entrevistas, conversas e números musicais – além das imagens de arquivo – compõem o retrato da artista. A música, nesse documentário, tem uma função narrativa: revela as muitas faces da personalidade e do talento de Elza, vista aqui ao lado de Paulinho da Viola, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Jorge Ben Jor e Roberto Silva.

 

QUARTA | 22 de maio

14h | Paulinho da Viola, meu tempo é hoje
de Izabel Jaguaribe (Brasil, 2004. 83’)

Um perfil afetivo do cantor, instrumentista e compositor. Seus mestres e amigos, suas influências musicais e sua rotina discreta e muito peculiar, em atividades e hábitos desconhecidos do grande público. A grande revelação vem das reflexões do músico sobre um único tema: o tempo. Em vários versos ele canta: “Só o tempo ajuda a gente a viver”; “Amor, repare o tempo enquanto eu faço um samba triste pra cantar”; “Quando eu penso no futuro, não esqueço o meu passado”. A seu lado, no filme, entre outros, Zeca Pagodinho, Elton Medeiros, Marisa Monte, Nelson Sargento, Marina Lima, Dininho, Walter Alfaiate e a Velha Guarda da Portela.

15h30 | Cartola, música para os olhos
de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda (Brasil,2007. 85’)

Testemunhos de pessoas que conviveram com Cartola e ainda fazem parte do cotidiano do Morro da Mangueira, representantes da música popular, críticos e historiadores e montagem de fragmentos de filmes, documentário e ficção, num painel que recompõe a vida do compositor e a época em que ele viveu.

 

QUINTA | 23 de maio

20h | Palavra (en) cantada
de Helena Solberg (Brasil, 2008. 86’)

Um passeio pela história do cancioneiro brasileiro – com um olhar especial para a relação entre poesia e música – costurando depoimentos e apresentações musicais. A maioria das entrevistas foi realizada na casa dos entrevistados, em atmosfera intimista, com o registro de declamações e canções especialmente para o documentário. Poemas de Fernando Pessoa, João Cabral de Melo Neto, Hilda Hilst e, entre as músicas, Choro bandido (Chico Buarque e Edu Lobo), Alegria, alegria (Caetano Veloso), Alvorada (Cartola), História do Brasil (Lamartine Babo), Inclassificáveis (Arnaldo Antunes), Fábrica do poema (Adriana Calcanhoto e Waly Salomão), 2001 (Tom Zé e Rita Lee) e O mar (Dorival Caymmi).

 

Serviço:
De 16 a 22 de maio.
De terça a domingo: R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia)
Passaporte: R$ 40 válido para 10 sessões da mostra

 
Thu, 16/05/2013 - Carioca
Teatro: A importância de ser Perfeito - by Joana Medina
A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 16 de maio a 2 de junho, a peça A importância de ser Perfeito, que aborda temas como o casamento, aparências, verdades e mentiras. A montagem, com direção Daniel Herz, transporta toda a ação do espetáculo da Londres vitoriana para os dias atuais no Brasil, com a adaptação da famosa comédia de Oscar Wilde "The importance of being Earnest". O projeto tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

O espetáculo narra a história de José Dourado, um homem que usa uma identidade dupla para poder se divertir sem comprometer sua imagem de rico herdeiro e acionista das telecomunicações. Seu melhor amigo, Agenor Nabuco, se vale disso para invadir a fazenda de José e, então, conhecer a sedutora Cecília Feijó, sobrinha de consideração do amigo. Agenor é primo de Patrícia Lobato, por quem José está apaixonado, mas Tia Augusta, mãe de Patrícia, é contra o relacionamento. Impedimentos amorosos também serão impostos à governanta Dona Glorinha e ao pastor Saulo Malaquias. Então uma trama do passado vem à tona para mudar o rumo dos personagens na história.

A montagem foi idealizada por Leandro Soares e pelo ColetivoAchadoNumaMala. Na peça, os papéis femininos são desempenhados por atores homens do coletivo e mais três atores da Companhia Atores de Laura. Essa concepção de androginia, que a direção incorporou ao trabalho, ganha forma e cor nos figurinos, nos quais elementos masculinos e femininos coexistem e se misturam. A música é tocada ao vivo pelos próprios atores, que também são músicos, em sua maioria.

A opção por homens em papéis femininos foi inspirada no ensaio O epiceno inglês – The importance of being Earnest, de Wilde, da professora e ensaísta americana Camille Paglia, publicado em seu livro Personas Sexuais, de 1990. O artigo levanta um olhar crítico sobre a androginia dos personagens e tornou-se a principal base teórica na criação do espetáculo.

 

Ficha Técnica:
Texto: Oscar Wilde
Tradução e Adaptação: Leandro Soares
Direção: Daniel Herz
Assistência de Direção: Maria Eduarda Machado
Realização: Auch Produções, Nevaxca Produções e Pantaleão Produções Artísticas
Direção de Produção: Tárik Puggina
Produção Executiva: Luísa Barros
Idealização: ColetivoAchadoNumaMala
Elenco: Leandro Castilho (José Dourado); Leandro Soares (Agenor); George Sauma (Patrícia); João Pedro Zappa (Cecília); Anderson Mello (Tia Augusta); Márcio Fonseca (Dona Glorinha), Pedro Tomé (Pastor Saulo) e Samuel Toledo (Felício e Ruas)
Figurinos: Thanara Schonardie
Cenário: Nello Marrese
Iluminação: Aurélio de Simoni
Música original e direção musical: Leandro Castilho
Fotografia: Dalton Valério
Programação Visual: André Vants
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

 

Serviço:
A importância de ser Perfeito
Gênero: Comédia
Duração: 100 minutos
Data: de 16 de maio a 2 de junho de 2013 (quinta-feira a domingo)
Horário: 19h
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)
Informações: (21) 3980-3815
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h
Capacidade: 176 lugares (4 para cadeirantes)
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos.

** texto enviado pela assessoria de imprensa **

 
Mon, 13/05/2013 - Ipanema
Teatro: Stand Up - by Joana Medina

A partir do dia 17 de Maio, o Teatro Ipanema apresenta o espetáculo “Stand Up”, uma comédia romântica escrita, dirigida e encenada por Matheus Souza. Com elenco composto por Alexandre Duvivier, Bia Arantes, Daniel Belmonte, Dida Camero, Hamilton Dias, Hernane Cardoso, Luisa Arraes, Matheus Souza, Marianna Pastori, Pablo Leal, Rafael Oliveira e Victor Gorgulho, o espetáculo conta a história de um rapaz frustrado por não conseguir montar uma peça de teatro do jeito que sempre sonhou.

Gabriel, interpretado pelo próprio autor, é o tipo de pessoa que complica tudo na vida. Relacionamentos, família, trabalho, tudo é sempre complicado por ele. Após tentativas frustradas de vencer editais e de atrair público, para não desistir de vez de seu sonho, ele resolve fazer um stand-up comedy. Logo, ele acaba complicando a apresentação e seu simples stand-up vai ganhando outros personagens e cenários além de seu controle, tornando-se aos poucos uma comédia romântica megalomaníaca passada dentro de suas memórias.

SERVIÇO
Local: Teatro Ipanema (Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema)
Telefone: (21) 2267-3750
Horários: Sextas e sábados, às 21h, e Domingo, às 20h
Ingressos: R$30,00 (inteira)/ R$15,00 (meia)
Capacidade: 222 lugares
Classificação indicativa: Livre
Gênero: Comédia romântica
Duração: 90 minutos

FICHA TÉCNICA
Texto, direção e trilha sonora: Matheus Souza
Produção: Erika Mader
Elenco: Alexandre Duvivier, Bia Arantes, Daniel Belmonte, Dida Camero, Hamilton Dias, Hernane Cardoso, Luisa Arraes, Matheus Souza, Marianna Pastori, Pablo Leal, Rafael Oliveira, Lua Blanco e Victor Gorgulho.
Cenografia: Ana Bial e Carolina Camargo
Figurino: Guta Muniz e Mariah Leão
Iluminação: Rodrigo Belay
Ilustração e Identidade Visual: Tiago Elcerdo
Direção de Movimento: Roberta Repetto
Assistência de Direção: Pedro Cadore
Assistência de Produção e Assessoria De Imprensa: Marcela Nunes
Operação de Luz: Mônica Diniz
Operação de Som: Telma Lemos
Operação de Vídeo: Pedro Thomé
Contrarregra: Luis Caieiro e Vitor Nascimento
Camareira: Luciana Sales
Realização: Auch Produções

 

** texto enviado pela assessoria de imprensa **

 
Sat, 11/05/2013
Panelas a mil perto do céu - by Pedro Landim

Quem está partida é a costelinha assada com baião de dois, porque a cidade deve se unir pela boca. Da laje à birosca, o roteiro está nas mãos de gulosos de todas as freguesias, que ganharam passaporte para conhecer paisagens únicas de cultura e natureza.

Da vendedora de empadas que canta funk e virou personagem de novela no Complexo do Alemão, à rabada que tira do sério a atriz Roberta Rodrigues, no Vidigal.

A carne de capivara é bem temperada na Rocinha, e no Morro dos Prazeres o frango inteiro vai para a churrasqueira.

O Guia Gastronômico das Favelas do Rio (Abbas Edições e ArteEnsaio, 170 págs., R$ 70) sugere passeio por 22 estabelecimentos de oito favelas, desvendando um mar de sabores do tamanho daquele azul que se avista do Chapéu Mangueira.

“Estou gravando em Jacarepaguá e ligo para reservar minha feijoada no Bar Lacubaco, apesar de que a rabada é minha preferida”, conta a atriz Roberta Rodrigues, no ar como a Maria Vanúbia da novela ‘Salve Jorge’.

Moradora do Vidigal e freguesa do bar de Fábio e Fabíola, Roberta faz na novela o papel de moradora do Complexo do Alemão, onde Adriana Souza, a “moça da empadinha”, vende seus quitutes cantando funk.

Adriana acabou também no folhetim de Glória Perez, fazendo o papel de si própria: “Agora me divido entre as empadas e a TV, e ainda levo brigadeiros para a gravação”, conta.

Com autoria de Ines Garçoni e Sérgio Bloch, e fotos de Marcos Pinto, o livro conta a história de cada favela e seus personagens cozinheiros, destacando os melhores quitutes.

Há bares também nas comunidades do Morro da Providência, Santa Marta, Tabajaras e Chapéu Mangueira, todas pacificadas.

“Às vezes o cara adora um pé-sujo no Leblon ou na Tijuca, mas torce o nariz quando se fala em favela. O Guia ajuda a quebrar esse preconceito, integrar. A diversidade é enorme, com comida boa e vistas incríveis”, afirma a autora Ines Garçoni.

 

Francês no Tabajaras

No Tabajaras, a dupla de cunhados cearenses que já trabalhou na cozinha do chef francês Olivier Cozan, Romero e Augusto, tem o próprio Olivier como freguês e fã, assando disputadas costelinhas no Restaurante 48. Ou, na tradição francesa, servindo omeletes de champignon e de queijo com presunto.

Pescador e mestre de bateria de escola de samba, filho de grande líder comunitário no Chapéu Mangueira, David Vieira ficou conhecido no mundo inteiro pela comida de seu Bar do David, ao sair em reportagem do jornal ‘The New York Times’, e já subiu no pódio de concurso de botecos com seus petiscos.

 

No Morro da Providência, o Sabor das Loiras reúne a mãe Rejane e a filha, Bárbara, que adoram abóbora e com ela fazem bolinhos recheados de carne-seca. Ou a lasanha de abóbora com carne e molho branco.

E, no restaurante Carnes do Glimário, na Rocinha, a geladeira exibe cortes de javali, avestruz, jacaré e muitos outros bichos.

Sem falar nas caipirinhas de mentol feitas com bala Halls ao estilo Ferran Adrià, no Morro da Providência.

Como bem resume o escritor Nei Lopes no prefácio do Guia, os objetos do livro são “assimilações e ampliações de hábitos alimentares de correntes migratórias que chegaram no Rio, influenciadas por variantes como, por exemplo, tempo de preparo e ocasião”.

 

Pertinho do céu

Não tem cobertura de hotel ou varanda de Zona Sul que se compare às vistas do Rio proporcionadas pelas lajes nas partes altas das favelas.

Destacando comida e paisagem, pontos como a Laje Do César e sua feijoada, no topo do Chapéu Mangueira, no Leme, trabalham com reservas de grupos e encantam fregueses de todas as partes do mundo.

Tia Léa, já famosa cozinheira de celebridades, conhecida como a “Ana Maria Braga do Vidigal”, está nas páginas com seus churrascos, moquecas e bufê variado na laje com vista para o mar.

Já no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, quem se abre para os olhos é a Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar, enquanto os frangos e costelas assadas no bafo vêm à mesa acompanhados de aipim, farofa, arroz, batatas fritas, molho à campanha e outras gostosuras no Bar do Tino.

Programas distantes em outros tempos, agora ao alcance dos pés e da boca.


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Carioca, jornalista e militante nas áreas de cultura e gastronomia, Pedro Landim está sempre falando de comida.

Repórter do jornal O Dia, autor do blog Boca no Mundo e cozinheiro de fim de semana, atua como jurado em prêmios como o Comer & Beber, da Veja Rio, e o concurso Comida di Buteco. 

 
Fri, 10/05/2013
Roteiro de Fim de Semana: Dia das Mães - by Joana Medina

Fim de semana das mães e a noite carioca está mais para os filhos. Se você está a procura da futura nora, ou genro, para a sua mãe, aproveite. Sexta e sábado as festas no Rio não tem hora para acabar. As mães que adoram um night vão adorar também!!! 

O domingo é sagrado. Dia das Mães é hora de encher sua mãe de beijos. Confira as dicas para curtir o dia em família.

Sexta-feria, 10

Agenda completa de sexta-feira

 

Sábado, 11

Agenda completa de sábado 

 

Domingo, 12 | Para curtir ao lado das mães! 


Agenda completa de domingo 
 
Tue, 07/05/2013
Feira de Antiguidades da Praça XV - by Não Só O Gato

Sempre vi algo de especial nos mercados de rua, talvez por conta do clima descontraído, dos achados imprevisíveis e da simpatia das pessoas. Os de antiguidades, em particular, se destacam por conta de uma coisa: as histórias. Existe um quê de mistério e de descoberta no repertório de cada objeto e de cada pessoa que trabalha ali, resgatando e mantendo viva a história de tantas gerações.

Uma das principais feiras de antiguidades do Rio de Janeiro é a feira da Praça XV, no centro da cidade. Seu início data dos anos 70 e naquela época ela funcionava através de escambo. A feira reúne mais de 350 barracas oficiais e é considerada a maior feira de antiguidades da América Latina, funcionando das 8h às 14h, todos os sábados.

Se ela é realmente a maior feira da América Latina, eu não posso afirmar, mas a diversidade e abrangência de artigos que ela reúne, com certeza a posiciona entre uma das mais interessantes. Daquelas que envolvem pessoas de todas as idades e que promovem uma verdadeira volta ao passado.

Em duas horas de passeio, fazendo um garimpo visual encontrei vários objetos interessantes e explorei as barraquinhas tranquilamente. Diferente da feira de antiguidades do Lavradio, que acontece no primeiro sábado do mês, ela não fica tão cheia e se concentra mais em reunir antiguidades, do que produtos novos e mais caros.

A primeira parada foi uma barraca de artigos de guerra. Gostei bastante de uma coleção de espadas decorativas. Réplicas de espadas famosas de filmes e da época medieval. Tinha até a espada do William Wallace, protagonista do filme Coração Valente, clássico dos anos 90. Outro achado foi uma baioneta, relíquia original da Segunda Guerra. A baioneta é uma espécie de punhal adaptável à boca do cano de armas de fogo. O vendedor e colecionador, dono da barraca, super gentil, torna o garimpo ainda mais curioso, dando uma aula de história e informação sobre cada objeto.

Mais a frente, encontrei uma barraca vendendo rádios antigos de diferentes modelos e épocas, todos funcionando. O mais antigo era um Spica de 1958, em estojo de couro marrom, um dos primeiros radinhos de pilha a chegar no Brasil, importado do Japão. Além de rádios, a feira também apresenta uma grande variedade de câmeras fotográficas, roupas, revistas, brinquedos, peças de decoração e mais um monte de objetos inusitados das mais diversas categorias.

Entre um Pense Bem da Tec-Toy, um Genius novinho em folha, uma revista com a capa do Tarcísio Meira e da Glória Menezes, em início do casamento, com a manchete 'Glória e Tarcísio, unidos pelo adultério' e uma coleção de chapinhas de cerveja, encontrei uma edição do jornal O Pasquim. O jornal foi um forte instrumento de combate à censura da ditadura militar e marcou época reunindo grandes nomes como Millôr Fernandes, Jaguar e Ziraldo. Eu nunca tinha visto um exemplar. Deu vontade de levar pra casa.

Com as obras da demolição do viaduto da Perimetral já em curso, os feirantes afirmam que a feira vai se mudar para a praça vizinha, do Paço Imperial. Resta saber se ela continuará mantendo sua essência, com o clima intimista e encantador, que ela possui até hoje. Espero que sim, e que a operação urbana do Porto, potencialize a cultura local, sem transformar sua essência que também é baseada no improviso. Que as mudanças venham, mas que as histórias prevaleçam.


 

Por Fernanda Sigilião,

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escritora do blog Não Só o Gato, que relata experiências curiosas de uma forma descritiva, única, expondo sensações, reflexões e sentimentos do colunista ao entrar em contato com a pauta, resultando em uma forma incomum de produção de conteúdo sobre refêrencias, pessoas, lugares e ideias. 

 
Sun, 05/05/2013 - Santa Teresa
Eduardo Marinho – Filósofo de Rua - by Conexão Cultural

O Conexão entrevistou o famoso filósofo de rua Eduardo Marinho. Uma pessoa hiper inspiradora! Prestem atenção na mensagem que ele passa no vídeo. Ensinamentos para a vida!

 

CC: Quando vc começou a criar?

“Não dá pra lembrar de quando comecei a criar. Criatividade costuma ser inata, nas crianças. Nas escolas elas são enquadradas e pressionadas pra terem um comportamento padrão e isso é o primeiro inibidor de criatividade. O processo educacional procura restringir a criatividade apenas às áreas que dão lucro.”

CC: Quais são suas fontes de inspiração?

“Eu me inspiro na realidade à minha volta, na maior parte das vezes. É dela que fala meu trabalho, da minha visão de mundo. Não pretendo ser um artista de alto nível técnico. Uso a arte pra falar o que penso e procuro causar reflexões, questionamentos e esclarecimentos a respeito das mentiras que nos cercam e predominam em nossa vida.”

CC: Como a arte pode melhorar/tocar de alguma forma a vida de alguém?

“A arte depende do seu veículo, seu captador, seu materializador – o artista. Desejos, visões de mundo, temperamento, caráter, posições políticas ou ideológicas, intenções na vida e com a arte. Há quem faça arte para o próprio ego, há quem a faça pra participar da formação da alma humana. Existe o artista de galeria, o artista de rua, o artista isolado, o artista coletivo. Não é um bloco homogêneo, nem poderia ser. Mas as pessoas tendem a ver a arte como uma coisa pura, que liberta ou eleva. Isso pode ser verdade, mas não necessariamente. A arte também pode aprisionar, castrar, apavorar, produzir desejos ou inibir iniciativas. Como eu disse, depende do artista e da intenção da arte.”

CC: Como trabalhar mais nossa subjetividade – equilibrar o racional com o emocional?

“A cultura que foi implantada, do consumo e descarte, da competição permanente, da dualidade vencedor/perdedor, onde se vale o que se tem, e não o que se é, essa cultura colocou a razão num pedestal que ela não tem condições de sustentar. O sentimento foi relegado a um segundo plano. O que é preciso não é equilibrar, mas perceber o valor da subjetividade, do sentir, da intuição. O sentimento é superior à razão, vai muito mais fundo e determina a qualidade de vida, muito além da matéria – do que precisamos muito pouco, apesar de grandes parcelas da população terem acesso negado a esse pouco.

“Com respeito e solidariedade a vida se torna bem melhor. Porém, enquanto a sociedade se deixar existir conduzida ao egoísmo, induzida por um massacre cultural – começando pela mídia, pela publicidade, pelo modelo de ensino, pela forma de vida -, isso não evoluí para a qualidade de vida. Mas, há quem se negue a participar dessa forma e viva com mais equilíbrio, harmonia e prazer nos relacionamentos. Esses são os contaminadores, os acendedores de luzes que, acendendo luzes em seus caminhos, acabam iluminando os caminhos do mundo.”

As obras dele ficam lá em Santa Teresa (Bairro no Rio de Janeiro) e também ele entrega por correio: arteutil.em@gmail.com – Veja mais trabalhos do artista aqui!

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O Conexão Cultural é uma organização que promove acesso e conteúdo na área cultural, por meio da integração entre as mais diversas formas de arte - O intuito é integrar cultura no dia a dia das pessoas, e aproximá-las da cultura brasileira e mundial, dos espaços culturais e espaços públicos, oferecendo novas dinâmicas de sociabilização, valorizando a troca de experiências, estimulando a curiosidade e a criatividade das pessoas.

 
Fri, 03/05/2013 - Santa Teresa
FLIST 2013 - by Joana Medina

A Festa Literária de Santa Teresa chega a sua 5ª edição. Inspirada na FLIP de Paraty, a FLIST incentiva a leitura na cidade e soma-se a outras iniciativas literárias para transformar o Rio numa cidade leitora.

Aproveitando o cenário que o outono traz, o fim de semana será ainda mais poético nas ladeiras de Santa Teresa. O fim de semana (4 e 5 de maio) terá 20h de programação.

Os espaços literários foram batizados com os nomes dos autores homenageados: Lygia Bojunga, Manoel de Barros, Bartolomeu Campos de Queirós, Joel Rufino dos Santos e Ana Maria Machado.

Conheça os Pontos Permanentes da FLIST | Conheça os Lançamentos da FLIST 2013

 

 

Confira como foi a FLIST 2012

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