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Monday, 20/08/2012
by Marina Cunha

Dança em Trânsito
Lugares mencionados:

 A dança alivia o stress, aumenta a auto-estima, desenvolve ritmo, musicalidade e condicionamento físico, além de combater várias doenças. Agora, imagina se você está passeando pela cidade e, de repente, um bailarino salta de uma fonte bem na sua frente. A Dança em Trânsito chegou ao Rio mais uma vez!

O sobrenome do evento reflete seu objetivo original: libertar a dança contemporânea das quatro paredes do teatro, promovendo-a em diferentes locais da cidade. Dançarinos saltando de escadas, estações e praças, encorajam o público a redescobrir esses espaços, a partir de acontecimentos insólitos e extraordinários.

O evento faz parte do Cidades que Dançam (Ciudades Que Danzan), fundado em Barcelona no ano de 1992. O projeto, que agrupa 30 cidades do mundo inteiro, acredita que é mais fácil reunir cidades utilizando dança, expressão cultural universal por não ter a barreira do idioma, como veículo.

 

Programação

Dia 23 de agosto

  • Dança em Trânsito – Estréia

Horário: 15h30
Local: Cinelândia

Na Fachada do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Improvisações com Bianca Andreolli, Flávia Tápias, Toni Rodrigues e Alex Neoral, Rio de Janeiro, Brasil.

Ven
La Macana, A Coruña, Espanha

Valse em Trois Temps - "solo"
CFB 451 Christian & François Ben Aim, Paris, França

Resultado do projeto de residências artísticas “Prazer em Conhecê-lo” – Parte 1 Residência de Criação.
Com Daniele Ninarello, Torino, Itália e Ricardo Ambrósio, Rio de Janeiro, Brasil.

Marieta
Janet Novas, Madrid, Espanha

3 por 3
904 krump movement – Bruno Duarte, Rio de Janeiro, Brasil

Quase Uma Lágrima
Membros cia de dança, Macaé, RJ, Brasil

 

  • Correios em Movimento – Estréia para convidados

Horário: 19h
Local: Centro Cultural Correios

My exile is in my head
Yk projects / qudus onikeku, lagos, nigéria/paris, frança

Delta Víctor
Premiere
La intrusa danza- Damian Muñoz e Virginia Garcias, Barcelona, espanha

Too much
Premiere
Grupo tápias, Rio de Janeiro, Brasil

3 por 3
904 krump movement – Bruno Duarte, Rio de Janeiro, Brasil

 

 Dia 24 de agosto

  • Correios em Movimento – Estréia para convidados

Horário: 19h
Local: Centro Cultural Correios

Caprichosa Voz que Vem do Pensamento
Maria Alice Poppe, Rio de Janeiro, Brasil

My Exile is in My Head
YK Projects / Qudus ONIKEKU, Lagos, Nigéria/Paris, França

 

  • Dança em Trânsito

Horário: 21h
Local: Centro Cultural Waly Salomão – Afroreggae, Vigário Geral

Marieta
Janet Novas, Madrid, Espanha

Hugs Piace
Grupo Tápias, Rio de Janeiro, Brasil

Valse em Trois Temps – “Solo”
CFB 451 Christian & François Ben Aim, Paris, França

3 por 3
904 krump movement – Bruno Duarte, Rio de Janeiro, Brasil

Ven
La Macana, A Coruña, Espanha

 

Dia 25 de agosto 

  • Dança em Trânsito

Horário: 11h
Local: Lagoa Rodrigo de Freitas – Em frente ao Parque da Catacumba

YK Projects / Qudus ONIKEKU, Lagos, Nigéria/Paris, França

Duo e Trio
Intrépida Trupe, Rio de Janeiro, Brasil

Tempo de Espera
Ana Andréa Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil

Delta Víctor
La Intrusa Danza- Damian Muñoz e Virginia Garcias, Barcelona, Espanha

I-sola
Compagnia ADARTE – Francesca Lettieri, Siena, Itália

Hugs Piece
Grupo Tápias, Rio de Janeiro, Brasil

“Dança para Pequenos”
Traga as partes do seu corpo e venha dançar!
Luciana Ponso, Rio de Janeiro, Brasil

 

  • Correios em Movimento

Horário: 19h
Local: Centro Cultural Correios

Caprichosa Voz que Vem do Pensamento
Maria Alice Poppe, Rio de Janeiro, Brasil

 Valse em Trois Temps – “Solo”
CFB 451 Christian & François Ben Aim, Paris, França

 

Dia 26 de agosto

  • Dança em Trânsito

Horário: 21h
Local: Casa de Cultura Laura Alvim

Col&Tânia
Isnard Manso, Rio de Janeiro, Brasil

Ven
La Macana, A Coruña, Espanha

Eboras
Makala Música & Dança / Afroreggae, Rio de Janeiro, Brasil

NON(LEG)AZIONI
Daniele Ninarello, Torino, Itália

Piaçava
Os Dois Cia de Dança – Giselda Fernandes

Ensaios sobre a Liberdade
Frederico Paredes, Rio de Janeiro, Brasil

Grafismosd: Variação 2
Staccato Cia de Dança, Rio de Janeiro, Brasil

 

  • Correios em Movimento – Estréia para convidados

Horário: 19h
Local: Centro Cultural Correios

Delta Víctor
La intrusa danza- Damian Muñoz e Virginia Garcias, Barcelona, espanha

Too much
Grupo tápias, Rio de Janeiro, Brasil

Amor Fati
Compagnia Teatro Akropolis, Genova, Itália

Marieta
Janet Novas, Madrid, Espanha

3 por 3
904 krump movement – Bruno Duarte, Rio de Janeiro, Brasil

 

 

Mais Informações: Site | Blog | Facebook

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Mon, 17/06/2013 - Ipanema
Teatro: Auto da Compadecida - by Carou Trebitsch
Temporada até dia 4 de agosto.

A nova montagem da peça O Auto da Compadecida, que esta em cartaz desde abril 2012, volta em cartaz no dia 21 de junho no Teatro Ipanema. A iniciativa é da Cia Limite 151, que já havia produzido espetáculo com outro texto do autor, O Santo e a Porca (direção de João Fonseca), sucesso de público e crítica, aplaudido pessoalmente por Suassuna. Com um elenco formado por 12 atores, entre eles Gláucia Rodrigues, Daniel Dalcin, Edmundo Lippi, Jacqueline Brandão e Janaína Prado, direção de Sidnei Cruz a peça foi Indicada ao Prêmio Shell de Melhor Figurino de 2012.

A peça fala das aventuras de João Grilo, um sertanejo pobre e mentiroso, e Chicó, o mais covarde dos homens. Ambos lutam pelo pão de cada dia e atravessam por vários episódios enganando a todos da pequena cidade em que vivem, até conseguirem através de suas confusões a ira do temido Cangaceiro Severino de Aracaju.

A história serve como pano de fundo para mostrar problemas sérios encontrados no Nordeste brasileiro, como o coronelismo, a pobreza extrema em que algumas pessoas se encontram e várias figuras populares na região, como o cangaceiro. Esta peça projetou Suassuna em todo o país e foi considerada, em 1962 por Sábato Magaldi como "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro".

O espetáculo dirigido por Sidnei Cruz potencializa as linhas matriciais contidas na dramaturgia de Ariano Suassuna. O espaço cênico lembra um picadeiro de teatro de circo, e o jogo de cena dos atores é inspirado nos brincantes dos folguedos populares. As embrulhadas de João Grilo (Gláucia Rodrigues), sempre acompanhado pelo fiel escudeiro Chicó (Gabriel Naegele), o levam ao céu para enfrentar o juízo final, onde o diabo faz de tudo para pegá-lo e ele faz de tudo para escapar, para tanto conta com a preciosa colaboração da Compadecida. As peripécias são narradas e pontuadas por palhaços e caretas que aparecem em diversas situações em forma de coro ou jogral.

A comicidade popular e irreverente dos autos populares nordestinos e do teatro de mamulengos são as referências para o ritmo, a movimentação e os desenhos coreográficos da encenação. Pequenas arquibancadas móveis, cortinas, figurinos coloridos e rústicos dão o tom carnavalizado de comicidade bruta de feira e praça pública.

Famosa pela montagem de clássicos, a Cia Limite 151 completou 30 anos em 2011 e, dois anos antes levou aos palcos outro texto de Suassuna, O Santo e A Porca, que, além de lhe render sucesso de público e crítica, ganhou vários prêmios. Na ocasião, Gláucia Rodrigues, uma das fundadoras da Cia, foi indicada ao prêmio Shell por sua interpretação da criada Caroba. Desta vez, Gláucia vai enfrentar um desafio ainda maior. Vai dar vida a João Grilo, protagonista do espetáculo. “Eu não ia participar dessa montagem.

Fiquei durante dois anos viajando com O Santo e A Porca pelo país afora e confesso que estava pensando em tirar férias. Além disso, nenhum dos personagens femininos do espetáculo me estimulava. Foi quando o Edmundo Lippi e o Wagner Campos, que são os outros fundadores da Cia, me perguntaram se eu não toparia fazer o João Grilo. Aí sim, virou desafio. Esse era o combustível que eu estava precisando para voltar ao palco”, conta Gláucia, que já fez outro personagem masculino, Scapino de Molière. Para o diretor, a ideia de escolher Gláucia para interpretar João Grilo foi uma “sacada” muito feliz dos dois, pois Glaucia já vinha de uma experiência anterior compondo personagens masculinos. “Aliás, grandes atrizes sempre escolhem esse caminho em vários momentos de suas carreiras. Ela, Glaucia, está construindo um João Grilo universal - e, ao mesmo tempo, particularíssimo - estruturado em suas ações arquetípicas, revelando o estado físico e a mentalidade de um tipo brasileiro, esperto, malandro, sem caráter, palhaço, pobre, astuto e criativo”, garante Cruz, que já dirigiu a Cia Limite 151 em A Moratória de Jorge Andrade, O Olho Azul da Falecida de Joe Orton, Os Contos de Canterbury de Geoffrey Chaucer e fez a adaptação do Frankenstein de Mary Shelley.

O parceiro inseparável de João Grilo é o atrapalhado Chicó que vai ganhar vida através do ator Daniel Dalcin, que faz seu primeiro trabalho com a Cia e também participará do elenco de O Santo e A Porca. “Ariano Suassuna é um dos maiores pensadores, educadores, teatrólogos que o Brasil tem. E eu, com tão pouco tempo de carreira, sou um privilegiado por participar de duas montagens vez de uma montagens do autor. Me considero muito sortudo!

FICHA TÉCNICA
Elenco: Gláucia Rodrigues, Daniel Dalcin, Edmundo Lippi, Jacqueline Brandão, Janaína Prado, Alexandre Mofati, Robson Santos, Arnaldo Marques, Bruno Ganem, Renato Perez, André Frazzi e Luiz Machado.
Direção: Sidnei Cruz
Cenário: José Dias
Figurinos: Samuel Abrantes
Iluminação: Aurélio De Simoni
Direção musical: Wagner Campos
Programação visual: João Guedes
Fotos: Guga Melgar
Assessoria de imprensa: Ana Gaio

Serviço
Informações: 2267.3750
Horário: 6ª e Sábado às 21hs e Domingo às 19hs
Ingressos: R$ 40
Até dia 04 de agosto

 

* texto enviado pela assessoria de imprensa 

 
Mon, 17/06/2013 - Gávea
Teatro: Brainstorming Anônimos - by Joana Medina

Temporada até 31 de julho.

O espetáculo teatral ‘Brainstorming Anônimos’ segue temporada as terças e quartas-feiras, até 31 de julho, no consagrado palco do Teatro Clara Nunes. Com texto de Carla Vilardi e direção de Bia Oliveira, o espetáculo tem no elenco a atriz Lu Rocha, Carla Vilardi, Pedro Aquino Luca Pougy, Mari Pizzo, Ricardo Vianna e Victor Paes Leme.

A peça aborda os principais conflitos de uma geração que desperta para a vida nos dias atuais, tendo como pano de fundo uma reunião no estilo brainstorming (reunião de criação) durante um ensaio de atores, criando assim, o efeito de um espetáculo dentro do espetáculo. O texto dialoga entre dilemas que atravessam gerações, como o primeiro amor, a descoberta da sexualidade, desilusões, amizade e escolhas profissionais, permeados por situações que compõe o estilo de vida contemporâneo, como internet e relacionamentos na era das redes sociais.

A atriz Lu Rocha, que vem despontando como revelação no cenário artístico, interpreta diversos personagens na peça, com perfis diferentes, como uma jovem que sofre bullying no colégio e uma alta executiva vingativa “Uma das personagens que interpreto é a Atriz 3, uma menina que esta cansada dos homens , que se irrita muito fácil , mas é muito feminina e faz par romântico com o Ator 3 (vivido por Pedro Aquino), mas não quer um compromisso. Outra personagem é a Tina, uma jovem de 20 anos que sofria bullying na escola e por isso é solitária e rancorosa. Além disso faço participações como uma jornalista sensacionalista, uma criança , pai, mãe, menina tímida, fã, dentre outros, é um desafio.”, conta Lu Rocha.

Segundo a atriz, o grande diferencial da peça é a contemporaneidade do texto de Carla Vilardi e a segurança da direção de Bia Oliveira, que possibilita o crescimento dos atores em cena. Além disso, a diversidade de papéis exige uma versatilidade do ator que reflete no trabalho final “Foi uma peça em que eu cresci muito profissionalmente por não ser uma peça linear. Não é uma peca fácil de fazer, é diferente de tudo o que eu já fiz, a maioria dos meus personagens são caricatos, então estudei muito! Um dos meus personagens principais, a Tina, é muito diferente de mim, é amargurada, fria, o que me exigiu passar por um processo muito difícil para a sua construção, mas muito gostoso. Devo muito ao meu diretor de movimento, o Igor Pontes”, revela Lu Rocha.

Brainstorming Anônimos segue a linha do teatro experimental, optando por economia de recursos cênicos e buscando trabalhar apenas com o que é extremamente essencial à cena. “Eu vejo esses jovens atores com um desprendimento admirável. Eles não medem esforços para fazer o trabalho deles aparecer”, diz a diretora Bia Oliveira.

 

Ficha técnica:

Texto: Carla Vilardi Direção: Bia Oliveira Direção de Movimento: Igor Pontes
Assistente de direção: Linda Gomes
Direção Musical e Trilha: Lucas Tayt-Son
Iluminação: Fred Eça
Figurino e Cenário: Concepção Coletiva
Produção: Deborah Brasil
Fotografia: Ellen Soares
Design Gráfico: Junior Lima
Trilha Original: Bárbara Dias

Serviço:
‘Brainstorming Anônimos’
Direção: Bia Oliveira
Elenco: Carla Vilardi, Luca Pougy, Lu Rocha, Mari Pizzo, Pedro Aquino, Ricardo Vianna, Victor Paes Leme.
Temporada: terças e quartas, até 31 de julho.
Horário: 21h
Local: Teatro Clara Nunes – Shopping da Gávea Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea
Capacidade: 500 lugares
Classificação etária: 14 anos
Ingresso: R$50 (inteira) e R$25 (meia)


*texto enviado pela assessoria de imprensa

 
Fri, 14/06/2013
Roteiro de Fim de Semana: Salve a seleção - by Marina Cunha

Sabe todo aquele papo de "imagina na copa"? Pois é, finalmente chegamos. Os amistosos acabaram e nós entramos  na Copa - que, por agora, é só das Confederações. De qualquer forma, o que vale é torcer para o Brasil (ou, quiçá para Argentina. rs). Telão, música e cerveja formam o trio perfeito para este fim de semana. Confira as dicas.

Sexta, dia 14

Confira a agenda completa

 

Sábado, dia 15

Para ver o jogo:
Pós jogo:


Domingo, dia 16

Confira a agenda completa
 
Thu, 13/06/2013 - Botafogo
Música instrumental e improviso em Botafogo - by Não Só O Gato

Todo mundo tem um lugar favorito, uma extensão da própria casa ou um pedacinho inspirador da cidade para chamar de seu. Manoel Carlos tem o Leblon, Noel Rosa apresentou o feitiço da Vila Isabel para o mundo e Roberto Carlos troca de nome, mas não troca a Urca. Já eu, tenho um amor profundo por Botafogo. O bairro tem se confirmado como um verdadeiro epicentro cultural, e acho que ele representa bem a pluralidade artística que se pode encontrar no Rio de Janeiro. Onde apenas vinte passos separam o rock n’ roll mais alternativo e avant-garde da cidade, do pandeiro jazz inventivo de um músico meio brasileiro, meio americano.

Na última semana, e na mesma quinta-feira, aconteceram dois eventos curiosos, o Quintavant na Audio Rebel, a casa/estúdio mais underground do bairro, e a primeira edição do Jam Rio, no Oztel, um charmoso hotel boutique. Dois eventos completamente diferentes, mas com a mesma proposta de trazer novidades para a cena cultural carioca, apresentando música instrumental.

O Quintavant é um evento dedicado ao improviso coletivo e à experimentação. A ideia é inspirada em casas como The Stone (NY) e Café Oto (Londres), lugares que se definem como o espaço dos novos artistas, onde o foco é destacar o cenário musical que acontece fora do que é considerado mainstream.

A última edição recebeu a apresentação do guitarrista e engenheiro de som canadense Eric Quach, do thisquietarmy, e os cariocas Dedo e Bemônio, Em uma noite de noise/drone e shoegaze, estilos que pouco aparecem na cena musical carioca, o thisquietarmy fez um som hipnótico e minimalista, conduzindo o público a um transe durante todo o show.

A pegada do thisquietarmy reúne guitarra, muitos pedais de efeito e loops registrados ao vivo durante a apresentação, reproduzidos na sequência durante as músicas. Além do altíssimo volume e da repetição de sons, a distinção desse estilo musical está também nos múltiplos estímulos que ele provoca. É impossível se envolver apenas com a audição, o grave das caixas de som e os ritmos previamente gravados, parecem despertar o corpo inteiro com suas batidas.

Há alguns passos da casa mais rock n’ roll do bairro, acontecia a primeira edição do Jam Rio, no Oztel. Um hostel super estiloso, com um belíssimo jardim suspenso e uma fachada colorida do Coletivo Muda.

Lá se apresentava o músico Scott Feiner, americano que há 12 anos no Brasil, não só conhece os ritmos brasileiros como também improvisa e cria uma mistura de jazz com a cadência do pandeiro.

 

A ideia de valorizar a música instrumental, fugindo do lugar comum das casas noturnas, surgiu entre as amigas Marcella Linhares, Mariana Mattos e Lili Araújo, que convidam artistas de diferentes backgrounds para apresentarem seu trabalho autoral. “Temos ótimos artistas despontando e outros que já atuam há algum tempo. Acredito que faltem espaços que acolham esses artistas e seus trabalhos, principalmente em relação a música instrumental”, diz Marcella. Por isso, o Jam Rio, que a princípio terá três meses e irá acontecer quinzenalmente, tem tudo para ficar além do inverno.

Independente do estilo ou do público, eventos como esses tem autenticidade e apontam os holofotes para o que é moderno e atual. Por isso, cuidado ao afirmar que o Rio vai do funk ao samba, a cidade já provou ser muito mais eclética e internacional do que se imagina. Basta saber onde procurar.

 

Por Fernanda Sigilião,

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escritora do blog Não Só o Gato, que relata experiências curiosas de uma forma descritiva, única, expondo sensações, reflexões e sentimentos do colunista ao entrar em contato com a pauta, resultando em uma forma incomum de produção de conteúdo sobre refêrencias, pessoas, lugares e ideias.   

 
Tue, 11/06/2013 - Tijuca
Evoé, Momo - by Pedro Landim

A vida e as pessoas são assim: há o lado de fora e o de dentro. Bom é quando os dois encantam. Como os petiscos. Porque o mundo dá muitas vodkas, sempre disse o pensador: bolinho vai, bolinho vem.

“Dona Maria, tem água viva aí? Me vê uma porção à dorê”.

Todo boteco tem seus engraçados, ainda bem. Cheguei tarde e não havia mais refeição, embora a pescada frita pudesse descer em postas.

“Tá sete mil o metro quadrado na Tijuca, onde é que isso para”, o careca dizia.

Aproveitei a deixa da bolha para encomendar uma tijucana de pescoço longo, loura da Cerpa em homenagem à terra de Aldir. E puxei assunto: “Saúde, pessoal”.

No Bar do Momo é assim, o caldinho tem fiapos de carne seca, bacon e salsinha. A carne seca do pastel é como a do ensopado, meio cremosa. O bolinho de arroz é o melhor da cidade.

O camelô, de quebra, conserta celular e Nextel, vende brinquedo da Xuxa e anel de borracha para panela de pressão.

Desce um maracujá. Dizem que a fórmula tem uísque, cachaça, anis, vodka… Quer dizer, veja bem: atrás do balcão há um relógio que gira no sentido oposto. Ou seja, vai ficando cada vez mais cedo. Me vê o copo anterior.

 

Bar do Momo
Endereço: Rua General Espírito Santo Cardoso, 50 - Tijuca
Telefone: 2570-9389
Saiba Mais


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Carioca, jornalista e militante nas áreas de cultura e gastronomia, Pedro Landim está sempre falando de comida.

Repórter do jornal O Dia, autor do blog Boca no Mundo e cozinheiro de fim de semana, atua como jurado em prêmios como o Comer & Beber, da Veja Rio, e o concurso Comida di Buteco. 

 
Tue, 11/06/2013
Dia dos Namorados - by Joana Medina

Os cariocas, tanto os homens, quanto as mulheres, tem a fama de serem ótimos na arte da conquista. Até porque ser solteiro no Rio de Janeiro é uma delícia. Mas quando a gente se apaixona, não tem jeito, quer ficar juntinho e passear de mãos dadas. Namorar é tudo de bom. Mais uma vez o Rio colabora com cenários perfeitos para os casais apaixonados.

No facebook do TodoRio perguntamos qual seria o melhor lugar para um encontro perfeito. Merecidamente, o Arpoador foi o mais sugerido. Realmente, é belíssimo, romântico e funciona para novos e antigos casais. Nessa semana em que o romance está no ar, pode ser a dica para curtir um fim de semana a dois.

As outras sugestões que apareceram revelam um carioca que prefere ter os  seus encontros ao ar livre. Acrescentamos a essa lista também a Praia Vermelha, na Urca, e o Parque das Ruínas, em Santa Teresa, dois cantinhos muito agradáveis para passear.  Confira os lugares sugeridos abaixo.

Ar livre

  1. Forte de Copacabana 
  2. Mirante do Leblon
  3. Mirante do Pasmado 
  4. Paineiras
  5. Cachoeira do Horto
  6. Praia da Joatinga
  7. Praia do Grumari
  8. Praia da Macumba
  9. PIscinão de Ramos

 

A conquista pelo estômago

Seguindo a máxima "a melhor maneira de fisgar alguém é pelo estômago" os restaurantes surgem como boas alternativas para os apaixonados nessa época. É a oportunidade de um clima agradável, com um bom papo, comida e bebida, sem a chatice da louça depois. Confira os restaurantes sugeridos abaixo.

  1. Belmonte
  2. Pizzaria Guanabara
  3. Palaphita
  4. Trapiche Gamboa
  5. Empório
  6. Esquina de Santa
  7. Bar Urca
  8. Sobrenatural
  9. Azul Marinho
  10. Zuka

Bairro do Amor 

LapaUrca e Copacabana apareceram entre os sugeridos. Mas quando o assunto é ser romântico não podemos deixar de fora o charmoso bairro de Santa Teresa e a deslumbrante Lagoa.  
 
Fri, 07/06/2013 - Gávea
Teatro: Como não arruinar o seu relacionamento - by Joana Medina
Temporada de 7 de junho a 26 de julho

Com a casa lotada em Brasília, chega ao Rio a comédia “Como não arruinar o seu relacionamento!”, que estreia na sexta-feira, 07, às 20h, no Teatro Vanucci, no Shopping da Gávea. Com texto de Bernardo Felinto, um dos atores do elenco e que também assina a direção ao lado de Bruno Moraes, a peça conta a história do casal, João Cláudio e Bete, que estão juntos há 12 anos, mas ainda não se casaram. A peça se passa na sala de um apartamento aonde eles vivem e o público vai acompanhar de perto essa curiosa relação. Crises de ciúme, falta de diálogo, ausência de apetite sexual, entre outras coisas que farão a plateia se questionar como eles ainda conseguem viver juntos.

No meio desse conflito amoroso está a empregada Jurema, uma mulher que insiste em se meter nos problemas. Ela já é considerada parte da família e responsável por boa parte dos mal-entendidos que ocorrem naquele curto período de tempo. “O texto é baseado na minha realidade, no que eu vivo, vejo, observo e aprendo. Sempre gostei de escrever sobre relacionamentos, é um tema universal, atemporal e que abrange todos os tipos de público. Na peça, tem muito da minha vida e dos meus amigos mais próximos e histórias malucas que leio no jornal. Fala sobre a nossa era, da informação, da internet e do imediato. É uma comédia para solteiros e casados”, explica Bernardo Felinto.

Além dele, no elenco, está o ator Fábio Melo e participação especial de Agatha Silvestre. Eles foram alunos de Bernardo na oficina do grupo de comédia “De 4 é Melhor”, de Brasília. “Saí do grupo para fazer carreira solo e a primeira coisa que pensei era fazer uma peça autoral, onde eu pudesse atuar e dirigir também. Estamos com temporada em Brasília, desde março, sempre com casa cheia e sessões extras. A partir daí, decidi que o espetáculo estava relativamente maduro para entrar no circuito do Rio”, completa Bernardo, que já fez várias participações na TV Globo, como nas novelas “Cheias de Charme”, “Lado a lado”, Amor eterno amor”, “Avenida Brasil”, entre outras, além do humorístico “Zorra Total”.

“Como não arruinar o seu relacionamento!” ficará em cartaz toda sexta-feira até o dia 26 de julho.

SERVIÇO:
Peça Como não arruinar o seu relacionamento
Local - Teatro Vannucci
Endereço - Rua Marquês de São Vicente, 52 / 3° Piso - Shopping da Gávea
Estreia – 07 de junho de 2013
Dia - Sexta-feira
Horário: 20h
Encerramento da temporada – 26 de julho
Capacidade da casa – 410 lugares
Classificação etária –14 anos
Preços: R$ 60,00 (50% de desconto para estudantes e idosos)
Forma de pagamento – No teatro, em dinheiro. Pagamento com cartões apenas no site www.ingresso.com
Telefone para informações: (21) 2274-7246
Duração do espetáculo – 70 minutos
* texto enviado pela assessoria de imprensa

 
Fri, 07/06/2013
Roteiro de Fim de Semana: O arraiá vem aí - by Joana Medina

Bandeirinhas enfeitando os lugares é o sinal que os amantes das festas juninas estavam esperando. Os cariocas já podem começar a matar as saudades das divertidas brincadeiras e dos deliciosos quitutes dessa festa. Os arraiás que animam essa sexta-feira no Rio são apenas uma pequena prova do que está por vir. Podem comemorar, é tempo de festa junina. 

 

Sexta-feira, 7 

 

Confira a agenda completa de sexta-feira.

 

Sábado, 8 

 

Confira a agenda completa de sábado.

  

Domingo, 9 

 

Confira a agenda completa de domingo. 

 
Thu, 06/06/2013 - Humaitá
Teatro: As Horas Entre Nós - by Joana Medina

Temporada: de 08 de Junho a 15 de Julho

 

“Mrs. Dalloway, Mrs. Dalloway, sempre dando festas para encobrir o silêncio!” | (Virginia Woolf)

 

No dia 08 de junho estreia As Horas Entre Nós, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto. O espetáculo, com direção de Joelson Gusson, é uma releitura do romance Mrs Dalloway, de Virginia Woolf, ambientada no Rio de Janeiro dos anos 70, e conta com recurso do FATE. Em cena estão Carolina Ferman, Cris Larin, Cristina Flores, Joelson Gusson, Leonardo Corajo e Lucas Gouvêa.

A montagem, sétimo trabalho do grupo Dragão Voador Teatro Contemporâneo, usa como pano de fundo o golpe militar no Brasil e os “anos de chumbo” para contextualizar o universo dos personagens Clarissa Dalloway e Septimus Smith. Para isso, o diretor lança mão de um profundo estudo histórico, das tendências musicais e da moda nesta releitura tropical do aclamado romance. O Brasil da Bossa Nova e do “desbunde” serve de cenário para receber estes personagens dos anos 60/70.

A concepção de As Horas Entre Nós surgiu de um desejo do diretor Joelson Gusson e da atriz Cristina Flores em trabalhar especificamente sobre dois personagens do romance - a principio apenas o universo de Septimus Smith e sua mulher Lucrecia seriam recriados - mas, após longos sete anos de tentativas em montar este espetáculo, o mesmo evoluiu para um conceito mais amplo e outros personagens do romance foram incorporados.

SOBRE O ESPETÁCULO

Em As Horas Entre Nós Clarissa Dalloway (Cris Larin) é uma socialite famosa que vai dar uma festa de gala. O aparecimento de Pedro (Lucas Gouvêa), o seu primeiro amor, regressado da Europa, reaviva o passado, trazendo-lhe a memória dos frustrados sonhos de juventude que, muitos anos antes, a precipitou num casamento sem brilho. Uma mulher que amava a vida, mas que se sentia oprimida por uma sensação de perda emocional, de aperto da sua existência.

A singularidade desta estória vem dessa espécie de duplo de Mrs. Dalloway, que é Septimus Smith (Joelson Gusson), um homem enlouquecendo com o trauma das torturas sofridas e com quem Clarissa parece partilhar uma mesma consciência. Septimus, com suas alucinações e esquizofrenia, é um importante contraponto a Clarissa: uma chaga aberta, a sua dor exposta ao mundo, o ressentimento, a sua intimidade; que ela esconde em seu silêncio e cobre-o com uma capa de falsa confiança, com suas festas.

O Romance de Virginia Woolf se passa no verão após o final da Primeira Guerra Mundial, quando tudo parecia estar dando certo – os dias claros, os soldados voltando do campo de batalha e as pessoas reconstruindo suas vidas. O que este momento de alegria escondia era justamente uma falsa segurança com relação ao momento político – os soldados retornando enlouquecidos com as atrocidades que tinham presenciado e perpetrado, uma economia de fachada que pretendia-se saudável e um império prestes a desmoronar com o advento da Segunda Guerra.

O paralelo traçado aqui, trazendo esses personagens para o Brasil dos anos 60/70, não é muito diferente. Estamos em 1978, Geisel revoga o AI5, promovendo a anistia e iniciando a “abertura lenta, gradual e segura”. Os exilados retornam, as torturas cessam(?) e a economia vai de vento em popa com o “milagre econômico”. O Brasil é o tricampeão mundial de futebol, e segue corajoso para um futuro naufrágio nos anos 80... e Clarissa Dalloway vai dar uma festa.

Durante este dia, ela recebe a visita de seu antigo namorado, Pedro, que teve que deixar o país e por quem Clarissa sempre foi apaixonada. Este encontro a desestrutura totalmente e a faz refletir sobre seu conveniente casamento com Ricardo (Leonardo Corajo), um militar de alta patente no Exército. Paralelamente, temos as figuras de Septimus e Lucrécia (Cristina Flores), um casal de amigos de Clarissa, que luta contra a esquizofrenia dele, potencializada por meses de prisão e torturas.

Ao final, durante sua glamorosa festa, Clarissa recebe a terrível noticia do suicídio de Septimus e reavalia todos os seus valores e escolhas.

O cenário 70’s, de Joelson Gusson, é composto por um enorme sofá de 16 lugares, metáfora do conforto que aprisiona. Completam a cena a luz de Paulo César Medeiros, os figurinos de Joana Lima e a direção musical de Vicente Coelho.

SINOPSE

Ambientado no Brasil dos anos 70, o romance Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf, ganha releitura com esta nova montagem do diretor Joelson Gusson. “As Horas Entre Nós” é uma peça sobre a poesia de se estar vivo e sobre o amor, diante de um quadro político tão terrível quanto foi o da ditadura militar no Brasil durante os anos de chumbo. A historia de uma vida inteira em um único dia de seus protagonistas Clarissa e Septimus.

 

FICHA TÉCNICA
Direção e Adaptação: Joelson Gusson
Concepção: Cristina Flores e Joelson Gusson
Dramaturgia: Diego de Angeli e Joelson Gusson
Elenco em ordem alfabética: Carolina Ferman, Cristina Flores, Cris Larin, Joelson Gusson, Leonardo Corajo e Lucas Gouvêa.
Participação de Anna Mullotte (em vídeo).
Diretora Assistente: Dulce Penna de Miranda
Luz: Paulo César Medeiros
Figurinos: Joana Lima Silva
Assistência de figurino: Carolina Casarin
Cenografia: Joelson Gusson
Cenotécnico: André Salles
Trilha Sonora: Vicente Coelho e Dragão Voador
Preparação Vocal: Marly Santoro
Direção de Movimento: Paula Maracajá
Visagismo: Vanessa Andrea
Fotografia: Paula Kossatz
Roteiro Vídeo Praia: Joelson Gusson e Leonardo Corajo
Programação Visual: Balão de ensaio
Assistência de Direção e Produção: Luiz Fernando Lopes
Administrador de Temporada: Marta Vieira
Administração Financeira: Aline Carrocino (Alce Produções)
Assistência de Administração Financeira: Aline Mohamad
Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti
Assistência de Assessoria de Imprensa: Fernanda Miranda
Direção de Produção: Aline Carrocino (Alce Produções)
Produção Executiva: Igor Veloso
Realização: ARSX Produções Artísticas e Dragão Voador Teatro Contemporâneo

 

SERVIÇO:
Temporada: de 08 de Junho a 15 de Julho
Local: Espaço Cultural Municipal Sergio Porto
Gênero: drama
Duração: 85 minutos
Horário: Segundas, sextas e sábados, às 21h, e domingo, às 20h
Informações: (21) 2535-3846
Ingresso: R$ 30,00 (inteira) / RS 15,00 (lista amiga e meia entrada)
Bilheteria: quarta a domingo, a partir das 17h
Capacidade: 98 lugares
Classificação indicativa: 12 anos

 

* texto enviado pela Assessoria de Imprensa

 
Wed, 05/06/2013 - Cinelândia
FotoRio 2013 - by Joana Medina
O FotoRio 2013 traz para a cidade os mais significativos nomes da fotografia nacional e internacional. O encontro internacional chega a sua 6ª edição. Com exposições espalhadas pela cidade, o objetivo é cada vez mais valorizar a fotografia como cultura e mostrar ao público um grande acervo público e privado.

Além das exposições tem também projeções e intervenções urbanas, cursos, seminários, oficinas, mesas-redondas, palestras e conferências.

Programação: | Site

CCBB

Charlotte Rampling – Álbuns Secretos” | até 21 de julho
A exposição conta com vídeos, um painel de fotos feitas por Charlotte Rampling ao longo dos anos, focando em sua vida familiar e profissional, originalmente fixado na parede acima da sua escrivaninha de trabalho e 24 retratos dela assinados por alguns dos mais importantes e requisitados fotógrafos do século XX, tais como : Alice Springs, Bettina Rheims, Cecil Beaton, David Bailey, David Lynch, Helmut Newton, Jacques Bosser, Jeanloup Sieff, Juergen Teller, Norman Parkinson, Paolo Roversi e Peter Lindbergh.

 

Galeria Tempo - Av. Atlântica, 1782, loja E, Copacabana

Gênesis | até 3 de agosto
A exposição é composta por 13 imagens de Sebastião Salgado, uma seleção do extenso trabalho realizado em oito anos de viagens.

 

* Gênesis | Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico | até 26 de agosto
A exposição está em cartaz também (mais completa) no Jardim Botânico. A série Gênesis é resultado de oito anos de viagens por 35 países, que está sendo lançada agora em exposições concomitantes pelo mundo e livro editado pela Taschen, ambos contaram com a curadoria de Lelia Wanick Salgado.

 

Centro Cultural dos Correios | De 18 de Junho a 04 de Agosto

“Amor pela Vida”, Sabine Weiss
“Uma peleja no tempo”, Walter Carvalho
“DesOrdem”, Andreas Valentin
“Unheimlich- Berlim”, Thiago Barros

 

Centro Cultural da Justiça Federal | até 21 de julho

O Mural da Dor, de Peter Lucas
Campos de livros, de Marcos Bonisson
Chambre de Bonne, de Alexandre Hypólito
Tônus, de Rodrigo Braga
Minimalismo Fashion, de Luciana Avellar
Meninas do Rio, de Ana Stewart
A Caminho da Serra da Capivara, de Susana Dobal
Dos Jardins Telúricos de Dona Lota, de Renan Cepeda
NO EXIT, de Thomas Valentin
Pequenas Infâmias, de Kitty Paranaguá, curadoria de Mauro Trindade
Entre Morros, de Cláudia Jaguaribe
Linha de Campo, de Rogério Reis e Fernando Bueno

  

Galeria Gilda (Rua Saint Roman) | Morro do Cantagalo | Horário de funcionamento: 3ª a 6ª das 13h às 21h

"Refavela" | de 02 de Junho a 01 de Julho
Para seu projeto “REFAVELA”, a artista Patricia Parinejad, passou quase dois anos trabalhando em diferentes comunidades do Rio de Janeiro. Ela documentou os elementos básicos dos assentamentos como estruturas, andaimes, superfícies, materiais de segunda mão, paredes, janelas, portas e tetos.

 

Galeria Vitrine da ECO | Escola de Comunicação da UFRJ | Horário de funcionamento: 2ª a 6ª de 10h às 19h

Ausência | até 30 de junho
Coletivo Pandilla Fotográfica com Américo Júnior, Bruno Morais e Léo Melo.

 
Wed, 05/06/2013 - Gávea
Teatro: O Teatro é uma Mulher - by Joana Medina
Temporada de 31 de maio a 16 de junho

O projeto foi contemplado pelo Fundo de Apoio ao Teatro (FATE) da Prefeitura do Rio de Janeiro com uma verba de R$ 250.000,00. O espetáculo estreou em janeiro de 2013 no Teatro Ipanema, ficou em cartaz por quatro semanas. E agora reestreia no Teatro Maria Clara Machado.

Uma conhecida cantora é entrevistada por uma repórter. Uma ativista é interrogada por uma policial. Uma mãe é inquirida sobre seu passado pela filha. Partindo de três histórias distintas, “O TEATRO É UMA MULHER”, de Rodrigo Nogueira, busca criar uma atmosfera que possa fazer refletir sobre a complexidade de ser mulher nos dias de hoje. Uma reflexão pelo sentido, pelo afeto, pelo teatro. Nas três situações, uma mulher madura é inquirida por uma mais jovem. Em dado momento da peça, as histórias se entrelaçam dramaturgicamente e começam a acontecer ao mesmo tempo, dando a entender que essa mulher inquirida pode ser uma só. Uma mulher de diversas épocas, de temperamentos diferentes, de escolhas distintas. Várias mulheres numa só.

As últimas três peças de Rodrigo Nogueira criaram uma marca no cenário teatral brasileiro. ‘Entropia’ (que estreou no CCBB) foi classificada pela crítica Bárbara Heliodora como um trabalho importante para o desenvolvimento da dramaturgia nacional. O texto acabou sendo eleito pelo jornal O Globo como um dos dez melhores espetáculos de 2008 e teve uma indicação a prêmio APTR do ano seguinte. Com ‘Play’, a peça seguinte, esse caminho dramatúrgico se firmou. O espetáculo foi considerado pela mesma crítica como “um passo definitivo na dramaturgia brasileira” e foi indicado aos prêmios Shell e APTR de melhor texto.

Em seu último trabalho ‘Ponto de Fuga’, Nogueira ganhou o prêmio APTR de melhor autor e chamou a atenção por criar uma dramaturgia híbrida: ao mesmo tempo em que inova e faz pensar o teatro, cabe perfeitamente dentro das quatro bordas do palco. A direção de Nogueira para a peça buscou o mesmo caminho: ora apostar na quebra da linguagem para criar distanciamento, ora na catarse para a aproximação do público.

Em “O TEATRO É UMA MULHER”, o autor e diretor terá a oportunidade de refinar ainda mais essa pesquisa de junção de linguagens e tratar de um tema pouco abordado pelo teatro, com um time de atrizes renomadas, Alessandra Colasanti, Malu Valle, Nina Morena e Raquel Rocha, representativo de sua época.

SERVIÇO
"O Teatro é uma Mulher"
Texto e Direção: Rodrigo Nogueira
Elenco: Alessandra Colasanti, Nina Morena, Malu Valle e Raquel Rocha
Local: Teatro Maria Clara Machado (Av. Padre Leonel França, 240 – Gávea)
Horário: Sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 20h
Ingressos: R$20,00
Capacidade: 124 lugares
Duração: 70 minutos
Classificação: 14 anos
Temporada: de 31 de maio a 16 de junho de 2013

FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Rodrigo Nogueira
Elenco: Alessandra Colasanti, Malu Valle, Nina Morena e Raquel Rocha
Cenário: Aurora Dos Campos
Iluminação: Daniela Sanchez
Figurino: Gabriela Campos
Direção Musical: Luana Carvalho
Programação Visual: Luciano Cian
Fotografia: Paula Kossatz
Assessoria De Imprensa: Daniella Cavalcanti
Produção: Tárik Puggina – Nevaxca Produções

 

* texto enviado pela assessoria de imprensa

 
Wed, 05/06/2013 - São Conrado
Teatro: Tarzan o Grande Homem - by Joana Medina

Temporada 8 de junho até 30 de junho (sábados e domingos) 

 

A peça “Tarzan – O Grande Homem” se passa nas profundezas da selva africana onde uma mãe gorila dá o nome Tarzan a um menino e adota-o como filho, mesmo contra a vontade do líder Kerchak que não considera a "maravilha sem pelo" um dos seus.

Ao longo do espetáculo o personagem passa por diversas aventuras e situações, desde criança até a fase adulta. Tarzan cresce na companhia da espertalhona e divertida gorila Terk e do atrapalhado elefante Tantor. O no decorrer da sua vida desenvolve todos os instintos e agilidade de um animal selvagem, e brinca livremente na floresta, sem nenhum medo do perigo.

Porém com a inesperada chegada dos exploradores da sua espécie, Janete, Bah, Cleiton e a encantadora Jane, dois mundos estão prestes a tornar-se um! Embarque nessa aventura na selva.

Serviço:
Livre adaptação do espetaculo infantil “Tarzan – O Grande Homem”
Teatro Fashion Mall – Sala 1 - Estrada da Gávea, 899 - São Conrado
tel.: 21 3322-2495 / 2422-9800
Temporada: 08 de junho a 30 de junho (Sábados e Domingos)
Horário: 17h
Valor: R$ 50,00 (estudantes pagam meia)
Classificação Livre
Capacidade: 500 lugares

FICHA TÉCNICA

Elenco:
Amanda Lima, Brenno Leone, Luciana Soares, Nicole Wille, Gabriel Felipe e Cia de Teatro FazArte.
Texto e Direção: Grazielle Menezes
Produção Executiva: Cássio Reis
Direção Musical: Thiago Garcia
Musicas: Teka Balluthy
Coreografias: Rodrigo Marcell
Direção de Produção: Lidy Marx
Figurinos e Visagismo: Rodrigo Fernando
Design Gráfico: Ingrid Klein
Assessoria de Imprensa: Marx Comunicação!
Realização: Golfinho Produções Infantis.

Texto enviado pela assessoria de imprensa.

 
Wed, 05/06/2013
Di Couto - by Conexão Cultural

O bate papo criativo é com a artista Di Couto!

CC: Quando você começou a criar algo?

“Eu crio desde criança, isso sempre esteve presente na minha vida. Acompanhava meu avô que pinta e o mundo dele sempre me fascinou. Sempre ilustrei e pintei. Mas a primeira vez que pintei na rua foi em 2007, achava incrível pintar nos muros da cidade, mas não tinha coragem de experimentar até o momento que fui pela primeira vez.”

 

CC: O que deu forma/ cara ao seu estilo?

“Acho que a arte é uma expressão muito espontânea do artista, o estilo da arte está muito ligado ao que o artista é ou está vivendo naquele momento. Não penso muito qual a forma a minha arte deve ser, penso mais no que quero comunicar naquele momento. Arte é expressão pura, não acredito que dê para planejar qual vai ser o seu estilo… ele que te escolhe.”

 

CC: Para você qual é o poder da ARTE?

“A arte é um meio de comunicação e como todo meio de comunicação ela tem um poder enorme de atingir diferentes pessoas, não existem barreiras, mesmo com diferentes culturas, diferentes línguas ou diferentes países, a arte é capaz de comunicar e atingir a todos da mesma forma. A comunicação tem muito poder por si só, sua mensagem pode ser percebida de várias forma diferentes e por diferentes pessoas e acho isso uma das coisas mais fascinantes que a arte tem.”

 

CC: Como conectar mais os brasileiros com a nossa cultura?

“A cultura brasileira tem tantas caras! E tem tanto a oferecer! Acho que a cultura está cada vez mais acessível, a internet ajuda muito isso, mas também existem movimentos que estão deixando a cultura cada vez mais próxima como peças de teatro, que eram inviáveis, agora a preços populares, apresentações musicais nas ruas, as artes plásticas saindo das galerias e indo para os muros da cidade. Esse tipo de movimento ajuda muito as pessoas a abrirem os olhos para o movimento cultural que acontece em volta delas. Espero que isso continue a crescer.”

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O Conexão Cultural é uma organização que promove acesso e conteúdo na área cultural, por meio da integração entre as mais diversas formas de arte - O intuito é integrar cultura no dia a dia das pessoas, e aproximá-las da cultura brasileira e mundial, dos espaços culturais e espaços públicos, oferecendo novas dinâmicas de sociabilização, valorizando a troca de experiências, estimulando a curiosidade e a criatividade das pessoas.

 
Mon, 03/06/2013 - Praça Tiradentes
Teatro: Musical Gonzagão faz nova temporada no Rio - by Joana Medina

Vencedor do Prêmio Shell 2012 de Melhor Música e de Melhor Produção no 7º Prêmio APTR, o espetáculo “Gonzagão – A Lenda”, de João Falcão, faz nova temporada no Rio de Janeiro.

Oito atores e uma atriz se revezam no palco em uma viagem musical pela trajetória do Rei do Baião. Como em qualquer história de homem que vira mito, a vida de Luiz Gonzaga tem passagens em que as versões de seus biógrafos não convergem, em que realidade e fantasia se confundem, e o autor e diretor João Falcão se sentiu livre para tratar mais do mito do que do homem.

“É a história de Luiz Gonzaga, mas não é Wikipédia”, diz Falcão, que evitou qualquer didatismo na construção do texto, embora tenha lido vários livros sobre um dos artistas mais importantes da música brasileira, morto em 2 de agosto de 1989, cujo centenário de nascimento foi comemorado em dezembro de 2012.

A opção por uma abordagem teatral, não enciclopédica, fica explícita logo no início da peça, quando uma trupe se apresenta para contar a “lenda do Rei Luiz”. Os atores desta trupe anunciam que encenarão uma história iniciada “no sertão do Araripe lá pelos idos do século XX”.

As referências são maciçamente nordestinas, sobretudo pernambucanas. Luiz Gonzaga nasceu no município de Exu, de onde saiu aos 17 anos para ganhar o mundo. João Falcão também é de Pernambuco, da cidade de São Lourenço da Mata. “A festa mais importante da minha casa era a de São João, e São João era Luiz Gonzaga. Ele era patrimônio do povo, mais do que qualquer outro artista. Poucas músicas que estou usando no espetáculo descobri agora. A maioria eu sabia de cor, já sabia tocar”, conta ele, que também é compositor.

Na história do rei do baião, João Falcão se permitiu rebatizar duas mulheres importantes da vida do músico, Nazarena (o primeiro grande amor) e Odaléa (a mãe de Gonzaguinha) como Rosinha e Morena, respectivamente, nomes que aparecem em músicas do compositor. E ainda se permitiu criar um encontro que nunca aconteceu: Luiz Gonzaga e Lampião, dois mitos nordestinos. Também há espaço para se falar da originalidade de Gonzaga, um artista que, a partir dos ensinamentos de seu pai, Januário, criou em sua sanfona um gênero, o baião, e o transformou em sucesso e patrimônio nacionais.

Dentre as mais de 50 canções que estão no espetáculo há sucessos como “Cintura fina”, “O xote das meninas”, “Qui nem jiló”, “Baião”, “Pau-de-arara” e sua mais célebre criação, “Asa branca”. De acordo com a linha não dogmática de todo o espetáculo, o premiado diretor musical Alexandre Elias não ficou preso à estrutura básica do forró, que é sanfona-triângulo-zabumba. No conjunto de quatro instrumentistas que atua no palco, há, além do sanfoneiro (Rafael Meninão) e do percussionista (Rick De La Torre), um violoncelista (Daniel Silva) e um rabequeiro e violeiro (Beto Lemos).

“É o que estamos chamando de baião tarja preta, porque é meio rock em um ou outro momento”, diz Elias, um dos responsáveis por sucessos como “Tim Maia – Vale tudo, o musical”.

Curiosamente, Marcelo Mimoso, que narra boa parte da história de Gonzaga no palco e canta a maioria das músicas, nunca tinha assistido a uma peça antes. Filho de sanfoneiro, Marcelo é taxista e também cantor de forró. Foi descoberto pelo diretor João Falcão numa noite em que se apresentava em um bar da Lapa.

FICHA TÉCNICA

Texto e direção: João Falcão
Elenco:
Apresentando – Marcelo Mimoso
Atriz Convidada – Laila Garin
e Adrén Alves, Alfredo Del Penho, Eduardo Rios, Fabio Enriquez, Paulo de Melo, Renato Luciano e Ricca Barros
Músicos:
Beto Lemos – Viola, Rabeca e Pandeiro
Daniel Silva – Cello
Rick De La Torre – Bateria e Percussão
Rafael Meninão – Acordeon
Direção musical: Alexandre Elias
Arranjos: Alexandre Elias e músicos
Direção de movimento: Duda Maia
Direção de produção e Idealização: Andréa Alves
Cenografia e Adereços: Sergio Marimba
Figurinos: Kika Lopes
Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti
Assistente de Assessoria de Imprensa: Fernanda Miranda
Produção e Realização: Sarau Agência de Cultura Brasileira

 

SERVIÇO:

Temporada: 30/05 a 07/07
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes
Endereço: Praça Tiradentes – Centro. Rio de Janeiro
Horários: Quinta, Sexta e Sábado, às 20h, e Domingo, às 19h
Valor dos ingressos:
Quinta-feira – plateia R$40,00 e balcão R$20,00.
Sexta, Sábado e Domingo – plateia R$60,00 e balcão R$40,00

Venda de ingressos: pelo compreingressos.com (www.compreingressos.com) ou na bilheteria do teatro de quarta a domingo, das 14h às 20h
Telefones: 2224-3602 / 2215-0556
Duração: 80 minutos
Classificação: 12 anos
Capacidade: 685 lugares

 

*texto enviado pela assessoria de imprensa

 
Sat, 01/06/2013 - Botafogo
Você tem fome de quê? - by Pedro Landim

A gente quer comida, diversão e arte, já cantava o Arnaldo. Prazer para aliviar a dor. O poeta não quis dizer isso, mas acrescento que andar pelo museu dá fome e sede.

Se o cenário das artes plásticas ganhou substância com a abertura da Casa Daros, exibidora do vasto acervo de obras latino-americanas da matriz Suíça, quem gosta de comer também tem motivos para aplaudir.

O Mira! abriu as portas dentro do imponente casarão de Botafogo, complemento ideal para uma tarde de exposições. O conceito é bacana: paredes brancas, clean geral, móveis do designer Jader Almeida, imagens da artista Iole de Freitas e quadros de Cildo Meireles.

Ou seja: a exposição continua com ‘curadoria’ da chef Roberta Ciasca (Miam Miam e Oui Oui), que apresenta no almoço pratos como Ravióli de ervilhas e hortelã, com salmão caramelado.

Depois das 17h, a cozinha se dedica aos tapas. Diversões como o Rilette de pato com figo no balsâmico e pães variados, ou os Bolinhos crocantes de abóbora com queijo de cabra, ambos provados e aprovados com louvor.

Entre os sandubas, Cachorro quente de linguiça artesanal, pão fofinho e molho de mostarda; e Tomates assados, pesto e tapenade de azeitonas pretas em pão orgânico.

De sobremesa, um trio esperto com geleia (ácida) de cupuaçu com chocolate no copinho, muffin de maracujá com frutas vermelhas, e cocadinha em forma de flor.

Há belo pátio interno com ombrelones e mesinhas para relaxar com taças de vinho, e comentar a mostra Cantos Cuentos Colombianos, arte contemporânea da Colômbia, em cartaz até setembro.

O Ravióli de ervilhas e hortelã com salmão fresco caramelado sai a R$ 42. O Rillete de pato, a R$ 22. Os Bolinhos de abóbora com queijo de cabra, a R$ 18, porção com quatro. O sanduíche de tomates assados ao pesto sai por R$ 23.

 

Leia mais sobre a Casa Daros

 

Serviço

Mira! Rua General Severiano 159, Casa Daros, Botafogo. Tel.: 2275-0737. Quarta a sábado, das 12h às 20h; domingo, das 12h às 18h. Aceita todos os cartões.


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Carioca, jornalista e militante nas áreas de cultura e gastronomia, Pedro Landim está sempre falando de comida.

Repórter do jornal O Dia, autor do blog Boca no Mundo e cozinheiro de fim de semana, atua como jurado em prêmios como o Comer & Beber, da Veja Rio, e o concurso Comida di Buteco. 

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