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Friday, 03/05/2013
by Joana Medina

Roteiro de Fim de Semana: No ritmo do sertão
Lugares mencionados:

Em comemoração ao Dia do Sertanejo, na sexta-feira, o nosso roteiro de fim de semana vestiu o chapéu de boiadeiro, apertou a fivela e, de viola na mão, separou para você o que vai rolar neste ritmo. Para quem não gosta do estilo, não precisa se preocupar. A cidade está lotada de eventos que atendem todas as expectativas. Confira as sugestões. 

Sexta-feira, 03

Vai tocar sertanejo

Outros ritmos

 

Confira a agenda completa de sexta-feira

 

Sábado, 04

Vai tocar sertanejo

 Outros estilos

 

Confira a agenda completa de sábado 

 

Domingo, 05

Não tem sertanejo para hoje, mas....

 

Confira a agenda completa de domingo 

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Tue, 15/04/2014 - Cinelândia
Férias no Rio | Museu Nacional de Belas Artes - by Colaborador TodoRio

Um incrível espaço de 15.000 m² de pura arte. Um prédio de estilo eclético do final do século XIX. Inaugurado em 1908.

O prédio do Museu Nacional de Belas Artes foi construído no início do século XX com a intenção de abrigar a Escola Nacional de Belas Artes e uma pinacoteca formada com as obras trazidas da Europa por D. João VI. E em 1938, foi inaugurado o Museu Nacional de Belas Artes com a finalidade de abrigar coleções artísticas nacionais.

O passeio já começa assim! Repare a calçada da entrada. Um mosaico deslumbrante. E no primeiro passo além da porta. Eu que adoro um piso, imagine meu encantamento antes mesmo de começar a andar neste belo lugar. Foi um dos lugares mais incríveis que já visitei!!!

Óleo sobre tela Invocação à Virgem - Victor Meirelles, 1898. E agora começa nosso passeio, meu e seu, por um mundo de belas artes. Cada porta é um mundo, um estilo, uma época. Fiquei fascinada!

"A Arte de Cavalcante"
Exposição temporária. São 114 trabalhos do ilustrador carioca Paulo Cavalcante. Ilustrações em nanquim, esboços inéditos, objetos-esculturas e telas.

Que tal estas três caricaturas?? Roberto Carlos, Rita Lee e Romário.

"A Primeira Missa no Brasil", 1948
Candido Portinari

Produção fac-símile do original.
(Fac-símile = cópia ou reprodução exata da edição original. Incluindo escala, fontes de letras, diagramação e ilustrações) O Museu Nacional de Belas Artes recebeu doação de 205 obras de Candido Portinari que formaram herança do único filho do artista. O MNBA é o museu público com o maior número de obras do artista. Com 243 ao total. O museu empresta, por ano, mais de 200 peças de seu acervo.

Galerias das moldagens em gesso
Predominando as de esculturas clássicas-romanas.

O primeiro conjunto de moldagens chegou em 1837, quando ainda era a Academia Imperial de Belas Artes. Você não precisa ir a Paris para conhecer uma das mais famosas peças do Museu do Louvre. Basta visitar o MNBA, no Rio de Janeiro, para ver a Vitória de Samatrácia. Uma escultura de autor desconhecido encontrada em 1863. Uma obra inspirada na deusa Nice, dos náufragos e dos combatentes navais.

"Batalha dos Guararapes", Victor Meirelles, 1879
Obra encomendada pelo Governo Imperial em 1879. Para expor na Exposição Geral da Academia Imperial das Belas Artes.

E foi assim que fiz este passeio. Pisando, observando, apreciando e me encantando com tanta arte!! Simplesmente, encantada. Se você tiver oportunidade, visite!

 

por Adriana Ávila

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Gosta de festas, música, dança, teatro e adora viajar. Fotografa cada momento de suas viagens como pode e conta tudo no seu blog. A carioca, que atualmente mora em Recife, veio passar suas férias no Rio e ser turista na sua própria cidade. 

 
Thu, 10/04/2014 - Praça Tiradentes
Real Gabinete Português de Leitura - by Colaborador TodoRio

O Rio de Janeiro continua lindo e no centro desta maravilhosa cidade, surge uma história em cada lugar por onde se passa. Aqui no Rio, os traços da cultura Portuguesa existem e vivem entre paredes antigas recheadas de conhecimento.

O Real Gabinete Português de Leitura, fica próximo da Praça Tiradentes num beco bem recolhido, onde se distingue como um monumento branco que é sinônimo de literatura e bom gosto arquitetónico. Aqui, sente-se Portugal no Brasil e toda a sua beleza vai de encontro aos lindos monumentos que tão próximos se encontram deste local (Theatro Municipal, Biblioteca Nacional, Catedral). Este espaço, de beleza arquitectónica extrema foi proveniente de um grupo de 43 emigrantes portugueses que queriam criar uma biblioteca para aumentar o conhecimento e as oportunidades na cidade maravilhosa.

A entrada é franca e basta deixar o nome para entrar. A vontade de fotografar assume-se e entre imagens e vídeos lá se vai tentando captar a alma que vive neste lugar. Portas trabalhadas, lindos lustres, tetos com desenhos e chão com contornos de diversas cores. Enfim, um mar de poesia e literatura que borda os contornos de arquitectura manuelina que aqui marcam presença.

A fotografia surge antes de se entrar no edifício, mantém-se na Sala principal e termina quando as suas portas se fecham. Ficar neste lugar sem fotografar é algo que custa até para aqueles que não se sentem com inspiração. Nesta linda Biblioteca existem peças que a tornam única. Uma estrutura tão imponente que faz sentir o peso da História que por aqui passou.

Olhando para cima surge um enorme vitral, onde a luz passa e deixa toda a iluminação à sua responsabilidade, assumindo-se como um dos centros de beleza visual deste lugar. Junto a ele, um lustre de grandes dimensões e imensa luz ajuda a que a biblioteca seja um local para se estudar, ler, tudo menos falar. Aqui o silêncio é ensurdecedor.

A Sala é quadrada. Com várias mesas presentes de forma organizada. Rodeada de milhões de livros que a percorrem em cada parede, paredes essas forradas de cultura portuguesa e obras literárias raras. Nesta biblioteca está presente uma obra que é tão bem estudada em Portugal e no mundo - a edição "prínceps" de "Os Lusíadas".

Ao fundo e em frente encontramos um imponente busto - Luís de Camões – um dos mais importantes poetas de Portugal.

Aqui tudo parece grande como se entrássemos num mundo irreal de paisagens de outrora, de cultura infindável e de uma nobre missão de ajudar e disponibilizar democraticamente todos os livros ao povo.

Com uma luz bem definida surge uma porta para o centro do Rio. A porta de saída desta biblioteca de Camões é difícil de passar pela quantidade de informação que queremos ficar e não esquecer. Passando por ela, há sempre uma coisa com que vamos ficar – A saudade do antigo e da literatura portuguesa que enriquece a história do nosso Rio de Janeiro e deste lugar.

Por Carina Alentado

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Portuguesa, apaixonada pelo Rio de Janeiro. Escrever é para ela recordar e fotografar é sua a nova forma de se expressar. Gosta de viver na cidade maravilhosa e das alegrias que as suas paisagens lhe transmitem. A dança e a gastronomia são os seus momentos de descontração. Adora o otimismo com que se fala no Rio. "Valeu" é a expressão que mais gosta de utilizar e agradece todos os dias a oportunidade de aqui ficar.

 
Tue, 08/04/2014 - Cosme Velho
Férias no Rio | Cristo Redentor - by Colaborador TodoRio

Saídas de 20 em 20 minutos. Velocidade, 15 km/h. Passeio numa locomotiva elétrica mas ambientalmente correta. Pertence ao Parque Nacional da Tijuca.

Que tal pegar o Trem do Corcovado e subir o Morro do Corcovado pela centenária Estrada de Ferro Corcovado e visitar o Cristo Redentor uma das Sete Novas Maravilhas Do Mundo Moderno? O monumento é a imagem brasileira mais conhecida mundialmente. 

Ou você chega e tem filas quilométricas ou nem tem fila, como hoje!! Eitaaaaa, sorte!! (Agendamentos e compras online)

O Trem do Corcovado sendo elétrico, não polui e assim preserva a Floresta da Tijuca. Vamos começar o passeio mais antigo do país?? O Trem do Corcovado foi inaugurado em 1884 pelo Imperador D. Pedro II. Sem contar que o passeio atravessa a maior floresta urbana do mundo: o Parque Nacional da Tijuca, um pedaço de mata atlântica.

Não tem como não se arrepiar e se emocionar com a subida e na sua frente a vista dessa Cidade Maravilhosa!!

Ok, ok! O dia tá nublado e não tem como ver nitidamente a cidade. Mas, quem tá ligando pra isso??

Ferrovia com 3.800 metros. A estrada de ferro do Corcovado foi a primeira ferrovia eletrificada do Brasil. Inaugurada em 1884 por D. Pedro II. É mais antiga do que o monumento do Cristo Redentor, que por sinal foi o trem que durante 4 anos transportou as peças do monumento.

Na época o trem a vapor foi considerado um milagre conseguir percorrer a linha férrea num terreno totalmente íngreme. Em 1910 os trens foram substituídos por máquinas elétricas e mais recentemente, em 1979, foram trazidos da Suíça este modelo atual, sendo mais moderno e seguro.

20 minutos depois ... Tá nublado? Tá chovendo? Tá ventando muito? Mas, quem se importa??

Bem vindos!!

O Cristo Redentor, símbolo da cidade do Rio de Janeiro, foi inaugurado em 12 outubro de 1931. E eleito numa votação realizada pela internet entre 21 monumentos de todo o planeta, como uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo Moderno.

São 38 metros de monumentos e 710 metros do Morro do Corcovado. No ano 2000 recebeu nova iluminação e em 2002 elevadores panorâmicos e escadas rolantes. Localizado no coração da cidade e dentro da maior floresta urbana do mundo replantada pelo homem.

A construção do Cristo Redentor foi erguida em concreto armado e revestida de um mosaico de pedra-sabão originária de Minas Gerais.

por Adriana Ávila

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Gosta de festas, música, dança, teatro e adora viajar. Fotografa cada momento de suas viagens como pode e conta tudo no seu blog. A carioca, que atualmente mora em Recife, veio passar suas férias no Rio e ser turista na sua própria cidade. 

 
Fri, 04/04/2014
Roteiro de Fim de Semana: Cazuza na cabeça - by Joana Medina

Sexta-feira, 4 de abril, aniversário de Cazuza. Em homenagem a esse ícone da música brasileira, o roteiro de fim de semana chega com as melhores noitadas da agenda carioca. Afinal, ninguém fazia uma festa como ele. Vida louca, vida breve, Cazuza é inesquecível! 

 

Sexta-feira, 04

 

Confira a agenda completa

 

Sábado, 05

 

Confira a agenda completa

 

Domingo, 06

 

Confira a agenda completa

 
Wed, 02/04/2014 - Benfica
Mesa Santa no CADEG - by Joana Medina
Mesa Santa é o novo festival gastronômico do Mercado Municipal do Rio - CADEG. Entre os dias 4 e 13 de abril, os sabores da Páscoa servem de inspiração para os menus dos noves restaurantes participantes. Receitas de peixes, frutos do mar, massas, risotos e caldeiradas, harmonizadas com vinhos em taças ou garrafas, dependendo do prato, foram escolhidas especialmente para o festival.

Para complementar o evento, o público ainda encontra produtos vendidos a preços especiais, palestras (05/04 de 10h às 13h e 12/04 de 10h às 14h) e workshop de degustação de vinhos com Nei Passos (08/04 às 17h e 10/04 às 11h) no auditório do CADEG.

 

Participantes:

 

Costelão do CADEG

Bacalhau Lusitano + Duas taças de vinho tinto argentino La Linda Malbec
:: posta de bacalhau na brasa, salteado de legumes filetados puxados no alho e azeite, azeitonas pretas e arroz de brócolis
:: Serve duas pessoas
:: R$ 99

 

Corujão do CADEG

Cherne à moda + taça de vinho branco Miolo Reserva Chardonnay
:: cherne posta ao molho de camarão, acompanha salada de alface, tomate, cebola, palmito, azeitona e batata calabresa.
:: Serve uma pessoa
:: R$ 38

 

Empório Gourmet Show

Arroz à Moda Nill + Garrafa de vinho Fausto Merlot 2011
:: arroz, lula, polvo camarão, açafrão, tomate e brócolis.
:: Serve duas pessoas
:: R$ 114,80

Mix Taça Santa 42 peças + Garrafa de vinho Perini Osaka Sushi Wine
:: R$ 104,80

 

Brasas Show

Moranga à Moda Brasas + Garrafa do vinho Clara Benegas Chardonnay 2012
:: molho vermelho com camarão e requeijão na abóbora moranga
:: Serve duas pessoas
R$ 129,80

Batata Rostie à Moda Show + garrafa do vinho Casa Silva Colección Sauvignon Blanc 2012
:: nos sabores: bacalhau com cebolas e azeitonas ou camarão com catupiry
:: Serve duas pessoas
:: R$ 109,80

 

Espetáculo

Caldeirada Espetáculo + Garrafa do vinho Torreon de Paredes Sauvignon Blanc Valle de Rengo
:: camarão, lula, polvo e peixe emmolho condimentado. Acompanha pirão e arroz.
:: Serve duas pessoas
:: R$ 114,80

 

Barsa

Frigideira de Bacalhau + Garrafa de Los Vascos Chardonnay
:: lascas de lombo de Gadus Morhua refogado e salteado no azeite com cebola e azeitonas portuguesas, pimentão amarelo, tomate em tiras, ervas frescas e arroz de brócolis.
:: Serve duas pessoas.
:: R$ 146

Santo Risoto + garrafa de Anakena Sauvignon Blanc 2012
:: arroz arbóreo refogado com haddock trabalhado em vinho branco e fundo de legumes, finalizado com camarão e aspargos frescos.
:: Serve duas pessoas.
:: R$ 158

 

Gruta São Sebastião

Badejo à Lisboeta + taça de vinho Sauvignon Blanc Estate Collection Reserva 2013 + uma Rabanada Portuguesa de sobremesa
:: filé de badejo grelhado, molho de manjericão, palmito grelhado, banana da terra grelhada e arroz de açafrão.
:: Serve uma pessoa
:: R$ 59

Bacalhau Trasmontana + duas taças de vinho tinto Trumpeter Malbec 2012 + duas Rabanadas Portuguesas de sobremesa
:: posta grelhada no azeite, batatas portuguesas, cebola e alho em lascas, azeitonas pretas e ovos cozidos.
:: Serve duas pessoas
:: R$ 99

 

Empório Quintana

Penne ao Molho de Pêra + taça de vinho branco Casa Valduga Premium Chardonnay
:: com camarões e pimenta rosa na cama de abóbora.
:: Serve uma pessoa
R$ 38,90

 

Café Dellas

Arros mar em festa + taça de vinho Santa Ema Select Terroir Chardonnnay 2013
:: camaroões, lulas e peixes salteados na manteiga de ervas cozidos com arroz de açafrão.
:: Serve uma pessoa
:: R$ 32


* não nos responsabilizamos por mudanças nos preços

 
Tue, 01/04/2014 - Pilares
Férias no Rio | Pizzas exóticas - by Colaborador TodoRio
Hoje nem o céu é o limite!! Quebrei todas as regras!

Já conheço a pizzaria York  há muito tempo. Ou por comentários de amigos cariocas ou pela internet. E hoje, cá estou eu, pra experimentar estas pizzas de sabores exóticos e quiçá, deliciosas!!  

Pizza de mussarela ou pizza de calabresa é pros fracos!!! O cardápio daqui é imbatível! E não faça cara feia não! Deixa de frescura e primeiro experimenta e depois opine!!

E não é que as pizza são exatamente o que o nome diz?? Serviço bem honesto no que se propõe. Quebrei todas as regras da minha vida numa noitada só!! Comi mais o que deveria, saí totalmente da dieta pré-carnaval, comia pizza salgada, depois a doce, voltava pra salgada, me lambuzava com as doces, aparecia uma salgada exótica eu comia ... um verdadeiro "fuá na casa de Maria", como diz o ditado!!

E tem uma coisa que adorei aqui: as pizza são em fatias bem pequenas. Ou seja, você come muiiiiiiiiitas sem pena nem piedade pra experimentar este cardápio hiper-mega exótico!!

Começando com toda a educação, como mamãe ensinou pra eu ser fina e educada!! Pizza de brócolis e alho (bem gostosa) Pizza de strogonoff de carne (muiiiiito boa!!) Pizza de bacalhau acebolado (eu não sou fã de bacalhau, mas tava bem gostosa. E é bacalhau mesmo!)

Depois de muiiiiitas fatias salgadas, vamos para as doces (as pizza doces são bem gostosas) Pizza de Banana Split (simplesmente uma Banana Split em formato de pizza. Ou seria uma pizza numa montagem de Banana Split??? Sei lá, só sei que é show!!) Pizza de Choquito (igualzinho). Pizza Michael Jackson (sei lá descrever, mas sei que é uma pizza doce bem gostosa. De chocolate e por cima uma casquinha branca crocante, sei lá de que … ) Pizza Galak (idêntica!!! Eu que sou louca por chocolate branco, afirmo que é igualzinho!!)

Pizza de chocolate com morango (nem sei se era boa. Já tava pedindo arrego. Aqui eu já tava chamando papagaio de "meu louro", já tava longe a pessoa educada que mamãe criou. Já tinha recuperado todos os meus quilos dispensados numa dieta programada. Aqui já tava a bagaceira geral!!! Chegaaaaaaaaa de pizza.

Eu queria muito ter experimentado a pizza de siri, mas eu pedia e não vinha. Eu pedia e não vinha ... Quando eu saí, comentei com o gerente que eu vim sonhando com a pizza de siri daqui, que eu tinha pedido e ninguém levava na mesa. Falei que eu conhecia a pizzaria por comentários de amigos cariocas e pela internet e que eu vim especialmente de Recife pra experimentar.

O gerente se desculpou, falou que não sabia que minha mesa tinha solicitado tal pizza etc e tal.

Quando eu estava saindo o que acontece??? O que?? O que???

O gerente me entrega uma quentinha com pizza de siri e disse "você não vai sair daqui sem comer a pizza de siri. Vai levar pra casa e comer com calma!" Ele não sabe a felicidade que eu fiquei!! Sabe sim, porque eu agradeci tanto!!

Confesso que quando cheguei em casa só experimentei a pizza porque não aguentava comer mais nada. Mas experimentei e adorei!!! Que pizza DELICIOSA!!

Confessando de novo, o Sr. Gerente fez do meu café da manhã o "café dos deuses". Eu que amo comer pizza do dia seguinte, tive a honra de comer uma pizza de siri no meu café da manhã!

 

por Adriana Ávila

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Gosta de festas, música, dança, teatro e adora viajar. Fotografa cada momento de suas viagens como pode e conta tudo no seu blog. A carioca, que atualmente mora em Recife, veio passar suas férias no Rio e ser turista na sua própria cidade. 

 
Fri, 28/03/2014
Roteiro de Fim de Semana: E a noite carioca? - by Joana Medina

O roteiro de fim de semana chega com os destaques da programação e uma questão. O que você mais gosta na noite carioca?

 

Sexta-feira, 28

Ver a agenda completa de sexta-feira. 

 

Sábado, 29

Ver a agenda completa de sábado.

  

Domingo, 30

 Ver a agenda completa de domingo. 

 
Fri, 21/03/2014
Roteiro de Fim de Semana: St. Patrick´s Day - by Marina Cunha

A última semana já começou muito bem. Segunda-feira, dia 17/03, foi Dia de São Patrício e algumas pessoas juram de pés juntos: ele é o santo mais querido do mundo. Faz sentido. Afinal, o que começou como uma celebração folclórica da cultura irlandesa, conquistou todos os cantos do planeta com música, cores verdes, trevos e duendes e, claro, muita cerveja!

Homenageando o santo, nosso Roteiro de Fim de Semana chega com eventos que reúnem possibilidades de alto nível etílico!

Sexta, dia 21



Sábado, 22

veja todas as opções

 

Domingo, 23

  • FLUXO | 16:00 | Gilda do Cantagalo
  • Arruda | 17:00 | Renascença Clube
  • F/FWD | 18:00 | Hostel Contemporânea
  • Deviation | 19:00 | Calabouço Bar
veja todas as opções

 
Tue, 18/03/2014
Caminhos: Uma Intervenção Urbana - by Joana Medina

O premiado espetáculo de rua "Caminhos: Uma Intervenção Urbana" tem nova temporada no Rio com 16 apresentações em 8 bairros da cidade, de março a junho.

Em cada espaço escolhido para as apresentações, o público receberá um aparelho de MP3 player meia hora antes do início do espetáculo. Todos apertarão o Play ao mesmo tempo, para transitar por um percurso pré-determinado, onde as cenas irão acontecendo, com os atores, durante 45 minutos.

A novidade para este ano é que o público poderá acompanhar a trilha sonora da peça pelo próprio smartphone, através do aplicativo criado pela Cia EnvieZada. Quem preferir poderá baixar a trilha sonora de Caminhos em seu próprio celular, Ipod ou MP3, bastando acessar o site.

O espectador será convidado a “ouvir” a sua cidade, o seu cotidiano, o seu entorno e a observar seu meio de outro ângulo. O espetáculo, dirigido por Zé Alex, é uma incursão pelas relações entre cotidiano, homem e cidade; uma proposta para tirar o público de sua zona de conforto e levá-lo para além do espaço cênico convencional; uma convocação para uma experiência sociológica e antropológica.

Programação

MARÇO

SANTA TERESA - 22 e 23 de março | às 15h
saída: Centro Cultural Laurinda Santos Lobo – Rua Monte Alegre n° 306

CENTRO - 27 e 28 de março | às 12h
saída: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco N° 179

 

ABRIL

MÉIER - 4 e 5 de abril | sexta, às 16h e sábado, às 12h
saída: Imperator – Centro Cultural João Nogueira – R. Dias da Cruz N° 170

COPACABANA - 12 e 13 de abril | às 14h
saída: SESC Copacabana – R. Domingos Ferreira 160

 

MAIO

TIJUCA - 09 e 10 de maio | sexta, às 16h e sábado, às 12h
saída: Praça Saens Pena – esquina da Rua Soares da Costa

PAVUNA - 16 e 17 de maio | sexta, às 14h e sábado, às 12h
saída: Praça Copérnico – ao lado da estação do Metrô da Pavuna

JACAREPAGUÁ – 23 e 24 de maio | sexta, às 14h e sábado, às 12h
saída: FREGUESIA – na Estrada de Jacarepaguá N° 7.544 (em frente ao Botequim do Itahy)

LGO DO MACHADO – 31 de maio e 1° de junho | às 12h
saída: OI FUTURO – Rua Dois de Dezembro N° 63

 
Fri, 14/03/2014
Roteiro de Fim de Semana: Despertar da poesia - by Joana Medina

Em homenagem ao Dia da Poesia, o roteiro de fim de semana vem rimado e com alegria. Feito pra você que só quer saber de folia. Então, sorria! Confira os destaques da agenda e se renda. 


Sexta-feira, 14

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Sábado, 15

Veja a agenda completa 

 

Domingo, 16

 

Veja a agenda completa  

 


 
Mon, 10/03/2014 - Copacabana
Princesinhas do Mar - by Pedro Landim

Princesinha do Mar é Copacabana, mas poderia ser também uma empada que cabe na palma da mão, a quatro quadras da praia cantada nos célebres versos de Braguinha.

Na parte de baixo do balcão, chernes e namorados encaram o freguês, imersos no gelo. Em cima, sempre quentinhas e douradas, lá estão elas, produzidas em único sabor: camarão.

A massa derrete na boca, revelando exemplar do crustáceo rosado e fresco, em ambiente cremoso de caldo tirado das cabeças do próprio, bem temperado e comportando uma azeitona preta com caroço.

Há quem devore meia dúzia na sequência e ainda leve algo para viagem. É fato que a conta certa para um chope gelado na tulipa são pelo menos duas.

A receita da massa é segredo bem guardado, mas sabemos que leva banha e margarina, estilo que deixa de lado qualquer resquício de correção política em nome do que realmente importa num legítimo balcão de bar. A saber, o sabor.

Como coadjuvantes das empadinhas há bons pastéis de camarão e siri, camarões empanados, gurjões de peixe e patinhas de caranguejo à milanesa. Estas, são vendidas também congeladas, para o freguês decidir em casa o que fazer.

Sinfonia

Mistura de bar e restaurante, O Caranguejo tem mesas de plástico com toldo na calçada e salão separado da rua por grades de madeira, onde os pratos da casa desfilam bem servidos.

Para toda e qualquer gripe ou ressaca, a sopa Leão Veloso é praticamente uma caldeirada, repleta de frutos do mar em pedaços no prato ou na caneca.

E a Sinfonia de Frutos do Mar merece atenção: lagosta, camarão VG frito, camarão médio à milanesa, cherne, polvo, lula, trilha e ovas de peixe, tudo grelhado e servido com arroz de brócolis e pirão. Sai por R$ 250 e alimenta quatro pessoas, meia porção a R$ 150 (preços de setembro de 2013).

As empadas de camarão do Caranguejo, de qualquer forma, são como a tardinha ao sol poente do poeta: deixam sempre uma saudade na gente.

Pelo vidro embaçado do balcão, parecem até sonho…

 

O Caranguejo. Rua Barata Ribeiro 711, Copacabana (2235-1249). Diariamente, das 8h às 2h. Aceita todos os cartões.


Por Pedro Landim

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Carioca, jornalista e militante nas áreas de cultura e gastronomia, Pedro Landim está sempre falando de comida.

Repórter do jornal O Dia, autor do blog Boca no Mundo e cozinheiro de fim de semana, atua como jurado em prêmios como o Comer & Beber, da Veja Rio, e o concurso Comida di Buteco.   

 
Fri, 21/02/2014
Roteiro de Fim de Semana: Pré Carnaval - by Joana Medina
Uma semana para o carnaval. Quer dizer, oficialmente, porque nas ruas ele já começou. O carioca está com a agenda do fim de semana lotada de blocos por toda a cidade. E nesse pré queremos ver os foliões arrasando nas fantasias. Afinal, brincar, pular e curtir carnaval fica ainda mais divertido à fantasia. 

Ah! Aproveite o clima e mande suas fotos para a nossa campanha da divulgação da abundante criatividade do carnaval carioca!  Poste sua foto no Instagram com #todorio + #melhorfantasia ou no Facebook ou mande por email contato@todorio.com Saiba mais.


Sexta-feira, 21


 
 
Confira a agenda completa de sexta-feira 

 
 

Sábado, 22

 

 
Confira a agenda completa de sábado 
 
 
 

Domingo 23


 
Confira a agenda completa de domingo
 
Thu, 20/02/2014 - Lagoa
Perfil Carioca: Qinho - by Fernando Flack

Em um bate papo descontraído no Parque dos Patins, na Lagoa, o músico Marcos Coelho Coutinho, conhecido como Qinho, falou sobre projetos, sua visão sobre a cena musical carioca atual e como é ser um agitador cultural nos dias de hoje.

 

Como você descobriu a sua paixão pela música?

Acho que foi super natural. A música me fisgou desde muito cedo. Eu sou o filho mais novo e meus pais e meus irmãos ouviam muita música, então eu ficava ali curtindo. Desde pequeno eu já gostava de Beatles e Jorge Ben. São duas coisas que me lembro de quando eu era bem criança. Mas ninguém é da música. Meus pais não tem nada a ver com arte. Eu fui crescendo e gostando muito de ouvir música.

Por causa de um tio meu, músico erudito, os meus primos começaram a tocar violão. Eles tinham a minha idade, uns 12, 13 anos. E aí eu embarquei junto nessa. Foi então que essa coisa de tocar entrou na minha vida.

Depois eu voltei a ser mais ouvinte e redescobri o Jorge Ben, com 16 anos, pelo “A Tábua de Esmeralda” (1974). Esse disco mudou a minha vida. É, pra mim, a chave do “antes e depois”. O processo foi até engraçado. Minha irmã é 6 anos mais velha do que eu e ia nos shows dele na década de 90, aquela época do W/Brasil, em que ele voltou. Ela gostava muito de ouvir o Ben da guitarra. E era esse Jorge que eu ouvia desde criança. Depois, com uns 16 anos, eu comprei uma coletânea dele, chamada “Puro Suingue” (2001), e era ele tocando violão. Eu pensei “que estranho...”, “não gostei...”, mas depois fui gostando. Até um amigo me emprestar o “A Tábua de Esmeralda”. Aí eu fiquei louco. Achei muito estranho, meio diferente. Ouvi o disco umas 15 vezes e me apaixonei. Na época eu decidi ter todos os discos dele.

Nessa época eu esqueci um pouco o violão. Eu ficava tocando, porque o Jorge Ben me inspirava, mas achava que era uma coisa que ia ficar meio parada na minha vida. Só voltei lá pelos 18 ou 19 anos por causa de um outro amigo, que tocava violão em um bar, e me chamava pra tocar com ele ou dar uma canja. Foi nessa que a mosquinha mordeu de verdade.

Eu toquei pouco em bar. Toquei mais nesse bar (Melt) com esse amigo, depois no Devassa, onde a gente fazia um samba, e fiz uma temporada - só de Jorge Ben - em um outro bar. Foi nessa época que comecei a compor. Eu até tentava antes, mas foi nesse período que comecei a topar. Me deu vontade de tocar as minhas músicas, defender o meu repertório, e não só tocar a música dos outros.

Eu quis criar a minha banda e conheci o Omar Salomão e o Caio (Barreto), que era nosso colega de aula e também era guitarrista. Ele já tocava há alguns anos, era mais profissional. A gente se juntou e formou o Vulgo Qinho & Os Cara, que foi a minha primeira banda e já era algo mais sério. Isso foi de 2004 pra 2005.

 

O Dia da Rua e o projeto BléQINHO são exemplos da sua capacidade de mobilização cultural. Como é esse lado?

Acho que isso parte muito da ausência desse movimento. O mercado de música independente do Rio de Janeiro é estagnado. Ele não acontece. Você não tem contratante. Diferente de São Paulo, onde você tem o SESC. Os artistas que moram em São Paulo praticamente vivem daquilo. É uma instituição que tem uma política de fomento econômico desse mercado.

No Rio de Janeiro a gente não tem nenhum tipo de instituição ou programa de órgão público, nem de nada, que se proponha a aquecer esse mercado. Ele é abandonado. Ele não existe. Têm muitos artistas, tem uma produção artística exuberante, muita gente boa fazendo música, mas o mercado não é articulado. Não tem fomento, não tem nada. Os artistas não conseguem desenvolver um trabalho. É a grande diferença de São Paulo. Se você lança um disco, você consegue fazer shows no interior ou na própria cidade.

Aqui no Rio a gente tem SESC na Tijuca, em Madureira ou no Flamengo. Se existisse um tipo de circuito em que você conseguisse tocar em vários lugares da cidade, no interior do estado, fomentando o seu público, você começaria a criar uma rede em que, toda a vez em que você lança um disco, tem que ir lá apresentar. E assim você vai ganhando o seu dinheiro, conquistando o seu público e vendendo o seu disco. Isso mantém o artista. Mas no Rio de Janeiro isso não existe.

Eu não consigo aceitar. Não consigo só fazer a minha música e “tá tudo bem”. Tem uma inquietação pra fazer mais coisas. O Dia da Rua vem muito disso. Nasceu de um projeto meu com o Freddy Ribeiro de fazer shows nas ruas do Leblon. A gente tocou durante sete meses, todas as semanas, no mesmo lugar. Montava, tocava, desmontava e ia embora.

Então a gente resolveu fazer em várias esquinas. Assim começou o Dia da Rua. Foi aí que eu comecei a ter esse gosto por articular, de querer juntar, e começar a pensar a articulação desses artistas.

Agora eu estou numa inquietação de criar mais possibilidades de circuitos. Tenho conversado muito com o pessoal do Norte Comum, lá da Tijuca. A gente quer criar outras coisas, principalmente na Zona Norte, que eu acho um lugar incrível e que também precisa de opções. Ao mesmo tempo é um lugar que tem muito o que dar. A minha impressão é que a Zona Sul e Centro estão retraindo. Está tudo caro demais. Não está fácil de você sair à noite e ver um show. Não tem opção de lugar pra tocar e está tudo muito caro.

Enquanto isso a Zona Norte está lá, com aquela descontração, com aquela rua e o jeito carioca original. Lá tem um público super interessante, que está a fim de ver. Mas a gente não tem rede, não tem circuito. Não tem mais lona, não tem SESC, não tem nada.

  

O que você vê de expectativas pra atual cena musical?

Eu vejo uma contradição muito grande. Vejo um poder de criação muito forte. Admiro muito todos os meus pares. Gosto muito do trabalho de muitos deles. E, ao mesmo tempo, a gente está numa situação de mercado que é totalmente desfavorável. Essas pessoas ficam amarradas e não conseguem desenvolver essa criatividade. Pra mim essa é a fotografia da nossa cena hoje. É muito boa e criativa, com trabalhos relevantes, em um cenário econômico totalmente fechado. Não tem marca que queira investir nisso, nem política de governo, ou uma instituição como SESC, Firjan ou qualquer outra.

A grande questão, que eu vejo na galera de hoje, é ninguém viver de música. Ninguém vive de tocar, fazer show. A maioria dos meus amigos dá aula ou tem de fazer outras coisas. Eu tenho que ficar mirabolando projetos pra fechar as contas. São raras exceções ter alguém tocando com o Caetano, por exemplo, e ganhando uma grana. Mas depois acaba. E aí? A maioria sobrevive, mas sempre tem que fazer outras coisas. É um mercado que não se sustenta. Mas, ao mesmo tempo, é uma produção artística valiosíssima.

Eu nem falo de gravadora. Elas continuam no mesmo registro há 20 anos. Lançando grandes sucessos que rendem milhões de reais. Os caras continuam milionários, mas não fazem um trabalho cultural. Eles não pensam a cultura. Não pensam a música brasileira como um legado. Pensam em dinheiro. E a gente não interessa porque não movimenta dinheiro. A gente é mercado de nicho, que não está nem articulado. Não tem nada.

A gente tem que se articular de maneira mais musculosa. Tenho procurado muito o pessoal do Norte Comum pra gente conseguir criar redes de agentes de cultura. São pessoas que conseguem viabilizar a cultura e o artista. Eles precisam se articular. Assim, se consegue conversar com o órgão público e com o setor privado de uma outra forma. De maneira mais estruturada.

 

É nítido um amadurecimento desde o trabalho em “Vulgo Qinho e os Caras” até “Canduras”, e depois deste para “O Tempo Soa”. Como você avalia esse processo?

“O Tempo Soa” foi uma experiência muito importante. Foi extremamente coletiva. Eu vinha fazendo um trabalho muito pontual , muito “eu mesmo”. Na época da banda (Vulgo Qinho) era só a gente fazendo. O “Canduras” era eu e o Dan Sebastian, como produtor. Esse álbum então foi gritante. Eu lancei o álbum, fiz um show e depois não fiz mais. E foi um disco que ganhou uma repercussão muito grande. “O Tempo Soa” também teve críticas muito boas de jornais do Brasil inteiro. Fiz muitos shows. Fui pra Portugal no ano passado. Acho que foi o trabalho que me colocou no mercado de uma forma mais madura: “Esse cara existe e está aqui fazendo um trabalho”.

Só que no disco que estou fazendo agora, estou voltando ao processo de antes, mas com esse amadurecimento. Eu tenho conseguido articular muitas pessoas, só que estou fazendo esse disco sozinho. Um amigo me deu um estúdio. Ele não é da música e fez um estúdio em casa, aqui no Jardim Botânico. Tenho gravado o disco e feito os arranjos sozinho. E tenho chamado alguns músicos, amigos próximos, pra estar ali me ajudando. E artisticamente está sendo incrível. Ter esse tempo no estúdio e poder ficar trabalhando sozinho, é a melhor coisa que tem.

Esse trabalho é um outro passo musical. Já estou procurando por outras linguagens e influencias. E também sinto que tem “Canduras”, “Vulgo Qinho & Os Cara” e “O Tempo Soa”. Tem essa diversidade. Apesar de ser muito “eu”, tem essa coisa da diversidade pontual das pessoas que se aproximam e conseguem contribuir com alguma coisa pro disco.

É o disco em que eu vou retomar a minha parceria com o Omar. A gente tem 3 músicas juntos nesse disco. Duas são novas e uma é da época do “Vulgo Qinho”. E também tem uma música do Ericson (Pires). Ele foi um cara incrível. Morreu em 2012. Tinha 40 anos. Era um super artista, performer, e, ao mesmo tempo, acadêmico. Um cara foda. Político pra cacete. Um cara que foi aglutinador de muita gente. Fez muita coisa. Fez o CEP 20.000, juntava as pessoas. Foi ele quem me apresentou pro Botika. Ele me mostrou muita coisa. A gente fez algumas músicas juntos, e agora vou pegar uma que gente fez há alguns anos. Inédita.

 

E como vc relaciona a cidade do Rio com a sua inspiração e sua música?

A minha relação com o Rio está num momento chave. Fui pai (em 2011) e estou em um novo momento da vida, fazendo 30 anos. E agora estou em um momento mais maduro da paternidade. E a minha relação com a cidade tem mudado um pouco, porque eu estou me apaixonando pela Zona Norte. Eu sempre quis, mas nunca soube como. E agora tenho conseguido encontrar os meus pares por lá. O Norte Comum é muito isso. É muita sintonia.

Acho que é um momento crítico da cidade. A gente está recebendo esses grandes eventos, mas está se retraindo. Principalmente a Zona Sul. Eu sou daqui, fui criado aqui, e nunca foi assim. Nunca foi tão caro e nem tão careta. Tá muito careta. Está um choque cultural fortíssimo. E um sintoma desse processo de gentrificação do Rio de Janeiro, de enriquecimento, ou de transformação em polo mundial, que é a pacificação, proibiu o funk! A pacificação calar o funk é um retrato dessa dificuldade que o Rio está atravessando. Como você quer transformar o Rio de Janeiro em uma capital mundial, se você quer calar a maior expressão cultural que surgiu aqui nas últimas décadas? Tá errado. A cidade está meio truncada.

 
Fri, 14/02/2014
Roteiro de Fim de Semana: Mais uma hora - by Joana Medina

Semana de conflitos políticos, perdas irreparáveis, soluções que provocaram mais dúvidas e ligações desacreditadas. Os ânimos estão mais uma vez à flor da pele. No meio disso tudo, termina o horário de verão esse fim de semana. Com a hora que ganhamos no sábado podemos fazer o que quisermos, conversar, debater, curtir, dançar, beijar, beber e por aí vai. Use como desejar, porque ao contrário das máscaras, as horas ainda podem ser usadas livremente.

 

Sexta-feira, 14

Confira a agenda completa de sexta-feira. 

 

Sábado, 15

 

Confira a agenda completa de sábado.

 

Domingo, 16 

 

Confira a agenda completa de domingo. 

  

Confira a agenda dos blocos de Carnaval 2014 e não esqueça de fotografar as MELHORES FANTASIAS que você se deparar para mandar para gente. 

 
Thu, 13/02/2014
Coleção Coletiva - by Joana Medina

Entende-se por coleção a reunião de objetos da mesma natureza. A campanha coleção coletiva reúne interessantes e diversificadas fotografias da cidade do Rio. Pontos turísticos, redutos cariocas, paisagens, dias de sol, de chuva, participe mandando a sua foto. 

 

 A Coleção

 

Como participar:

  

Pontos importantes:

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