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Alice Mattos posted in Leviano Bar:
"Gostaria de saber como fazer reserva para comemorar meu niver dia 30/04, pois entrar em contato por telefone, se mostrou impossível, "
2013-04-28T16:42:17.0000000-03:00
 
Renato Dias de Figueiredo posted in Rua do Lavradio:
"Tudo de bom !! Cerveja gelada e samba da melhor qualidade."
2013-03-26T18:51:23.0000000-03:00
 
Camila Novelli posted in Leviano Bar:
"Quero fazer reserva, para comemorar meu aniversário!! Como faço?"
2013-03-26T03:54:00.0000000-03:00
 
Rebeka Terra posted in Sacrilégio:
"pqp ... "
2013-03-10T00:02:21.0000000-03:00
 
Laisa de Souza posted in Leviano Bar:
"quero comemorar meu aniversario sabado dia 9...como fazer ?? nomes na lista?? "
2013-03-05T15:33:24.0000000-03:00
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Mon, 20/05/2013 - Lapa
Cat Power encontrou o Rio
by Fernando Flack

A eterna musa indie norte-americana Charlyn Marie Marshall, ou simplesmente Cat Power, voltou aos palcos do Circo Voador no último sábado e enlouqueceu a plateia em muitos sentidos.

Dona de um estilo único ao vivo, Chan Marshall traz em sua carreira 9 álbuns e alguns singles marcantes desde a era indie dos anos 90, passando pela sua fase mais cool, iniciada a partir de “The Greatest” (2006) e interrompida agora com “Sun”(2012), dois de seus trabalhos mais acessíveis.

Ressaltar seus antigos problemas com álcool e depressão talvez seja essencial para entender melhor suas músicas, mas há muito mais a se prestar atenção nela.

Uma das características mais marcantes (senão a) de Cat Power é recriar no palco, com novos arranjos e novas melodias, tanto as suas músicas quanto as dos famosos compositores e artistas congratulados com as suas versões.

No show de divulgação de “Sun”, seu álbum mais recente, no Circo Voador, não foi diferente. Cat Power cantou novas versões de algumas de suas músicas consagradas como “King Rides By” e “I Don´t Blame You” acompanhada de sua nova, e bem feminina, banda - que não deixa nada a desejar diante da anterior, a excelente The Dirty Delta Blues.

Com Adeline Fargier Jasso na Guitarra (cujo visual remete à Chan de “The Greatest”), Alianna Kalaba na bateria, Nico Turner na percussão e a participação masculina de Gregg Foreman (remanescente do The Dirty Delta) nos teclados e na guitarra, Chan Marshall focou seu repertório em músicas de seus últimos 3 discos, com as exceções da quase clássica “Sea of Love”, com um já esperado novo arranjo, e de ”King Rides By”.

Com a ajuda das bases eletrônicas criadas para o álbum “Sun” - tocadas ao vivo por Foreman - e dos vocais precisos de Adeline, Cat Power pôde cantar as melodias de seu último álbum com sua originalidade peculiar, sem fugir muito dos arranjos originais. Ponto para ela, que incendiou a plateia do Circo dos riffs iniciais aos refrões de “Cherokee” e “Ruin”, hits nas noites cariocas.

A presença de palco de Cat Power, com seu misto de timidez e interação, também ajudou a conquistar o público. Uma parte da plateia chegou a fazer uma fila em frente ao microfone da cantora, em plena execução de “I Don´t Blame You”, para pegar os autógrafos que ela distribuía simpaticamente, e isqueiros e celulares iluminaram o longo momento com luzes apagadas de “Angelitos”.

Ao final do show, como de costume, Chan Marshall fez questão de nos dar a impressão de que não quer nos abandonar, sendo sempre a última a sair do palco, com inúmeras saudações e agradecimentos ao público, e várias ameaças de voltar ao microfone. É sempre uma graça e encantador presenciar o carisma e o talento de Cat Power ao vivo.


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Fernando Flack é músico e compositor. É apaixonado por artes em geral, mas ama a música acima de tudo. É redator do jornal Redentor do Festival de Cinema do Rio e escreve regularmente para a coluna musical do Todo Rio. 

 
Mon, 11/03/2013 - Lapa
Pedro Miranda
by Marina Cunha

Após três anos afastado da Lapa, lugar onde começou sua carreira, o cantor Pedro Miranda retorna ao bairro boêmio para temporada no Centro Cultural Carioca. O TodoRio.com entrevistou o cantor para saber um pouquinho mais sobre a sua volta e o lançamento do disco Samba Original. 

 

  • Como foram esses 3 anos "afastados" da Lapa? E agora, na sua volta, qual é a sensação de dar continuidade a sua carreira solo nos palcos onde tudo começou?

Eu não fiquei completamente afastado, fiz algumas coisas pontuais aqui e ali. Durante mais dez anos fui um militante da noite. Houve épocas que eu tocava de segunda a segunda, um dia em cada casa, com um grupo diferente, como o Grupo Semente e a Teresa Cristina, o Cordão do Boitatá, o Anjos da Lua, rodas com o meu compadre Eduardo Gallotti e etc. Mas com o meu trabalho, o que chamam por aí de carreira solo, eu nunca fiz o que vou fazer agora no CCC, o que eu estou chamando de residência. Ter um lugar onde as pessoas sabem que podem me achar toda semana. Um lugar onde eu possa experimentar repertório, manter a banda ensaiada, jogar minha "peladinha" semanal, receber amigos para canjas e principalmente, receber o meu público. Estou muito ansioso e empolgado com esta nova fase.

 

  • Na sua opinião, o que mudou na Lapa e arredores nesses 3 anos?

A Lapa mudou muito nos últimos anos, mas não foi do meu último show pra cá, essa mudança já vem de algum tempo. Acho que a mudança maior veio com o fechamento das ruas, que eu não sei se foi tão legal. Na verdade, isso é um assunto um pouco polêmico, mas de uma maneira geral, eu acho que o poder público deveria se inteirar melhor da situação e procurar ouvir mais quem levantou a Lapa, os músicos, artistas, produtores culturais e donos de casa que no início batalharam em uma Lapa totalmente abandonada, sem quase nenhuma ajuda e que são, de certa forma, responsável por esse sucesso todo.

 

  • O que podemos esperar de Samba Original?

Ao contrário do Pimenteira, que foi um CD com o repertório praticamente todo de inéditas, com uma levada mais tradicional, o Samba Original só terá regravação de coisas antigas (tem coisas até dos anos 30!), mas com arranjos e sonoridade mais arrojados.

 

  • Como está o repertório do show? O que o público pode esperar?

No repertório tem um pouco de tudo, os sambas do Pimenteira, meu trabalho mais recente; do Coisa com coisa, meu CD de estréia; do Samba Original, que está por vir e também sucessos do gênero de todos os tempos.


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Os show acontecem todas as quintas-feiras de março, no Centro Cultural Carioca, a partir das 21:30. Os ingressos custam R$ 25. Confira mais detalhes na agenda.

History
Lapa

The Lapa

The Lapa is the bohemian neighborhood of the city, much sought after for its music and gastronomy – is a permanent party, a place where people meet.

The most important symbol of the neighborhood are the Arcos da Lapamonumental, around which everything happens.

The neighborhood's name originated in the ancient Church of Nossa Senhora da Lapa do Desterro, situated in the region.

In the early 20th century, Lapa was at its peak. Was the center of the city's bohemian life. From the Decade of 1950, entered into decadence. The revitalization of the neighborhood began in late 1990, when many new bars and samba homes began to settle in the region.

Symbol of the Old River, the Lapa is called by many of Montmartre carioca, by their vocation to the arts, to the plurality and to Bohemia.  Major cultural venues, such as the Flying Circus and the Fundição Progresso, divide the attention of the audience with small and charming houses of samba, many of them installed in beautiful old mansions have been restored.

The neighborhood, that one day it housed Madame Satã, Manuel Bandeira, Portinari, Carmen Miranda, Joaquim Maria Machado de Assis and so many other tricksters, intellectuals, poets, artists and politicians, is living a new heyday, more alive and vibrant than ever.

A whole new generation of musicians and musical groups inhabit Lapa today – renewing and maintaining, with his talent and the quality of his work, the musical tradition of the neighborhood.

Worth knowing:

  • The staircase Selarón, covered with colourful tiles, a work of more than twenty years, by a Chilean artist;
  • The Arcos da Lapa, or old Carioca Aqueduct;
  • The Nossa Senhora da Lapa do Desterro, which gave name to the neighborhood;
  • The Promenade, designed in the late 18th century by Master Valentim;
  • The Flying Circus, which landed in Lapa to stay;
  • The Fundição Progresso, multi-cultural space which houses important events and cutting-edge artists;
  • The houses of samba and gafieira that spread by neighborhood.

The entire town will get in Lapa – and forró, samba, choro, Samba de gafieira, hip-hop and funk that there present themselves – their identity more authentic, today and always.

Map Lapa
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